Bienal do Livro de São Paulo – Parte 2

Oi oi, pessoas lindas!

Depois da correria do sábado e do cansaço que senti ontem, era de se esperar que eu ficasse em casa morgando o dia inteiro, jogada na cama e lendo, recuperando as energias, certo? Errado! Como eu poderia ficar em casa sabendo que a Bienal estava rolando e que eu não estava lá? Por isso deixei o cansaço e a preguiça de lado, esvaziei a minha mochila, respirei fundo e me atirei novamente ao mar de gente. Apesar de só chegar lá às 16h (sendo que no sábado eu já entrei assim que abriram as portas), aproveitei tanto quanto (ou mesmo mais) que no sábado.

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Depois da correria e da maluquice de sábado, ontem foi o dia de passear e fazer compras (minha estante diz “YAAAY“, meu bolso diz “NÃÃÃO T_T”). O que eu achei incrível foi o número de pessoas presentes na bienal ontem: eu estava esperando a mesma multidão sem fim do sábado, talvez até mais, mas acabei achando bem tranquilo. Não que estivesse vazia, mas pelo menos dava para andar. Acho que a organização da Bienal e das editoras pecou e MUITO ao colocar tantos autores importantes no mesmo dia, o que gerou a maior parte do estresse e do caos do sábado, e é uma pena ver como realmente não estavam preparados para a multidão que invadiu o Anhembi no dia 23. Mas ontem, passada toda a concentração de autores em um só dia, os corredores estavam bem transitáveis e as filas para os estandes (quando existentes) já eram bem menores que no dia anterior. O resultado disso? Bati perna a tarde inteira!

Depois de muito rodar e muito fuçar, finalmente partimos às compras. Já sabia, pelo que tinha visto no sábado, que o estande da Intrínseca estava com uns títulos a preços promocionais bem legais, então voltei lá no domingo com o dinheiro e a disposição para escolher. Acabei saindo com “Tigres em dia vermelho“, “Vingança da Maré“, “Guia de uma ciclista em Kashgar” e “No Coração do Mar” (pela bagatela de cinco reais cada), além de “Esposa 22” (uma assombrosa fortuna de nove reais). Mas não me limitando a esses, visitei o estande da V&R Editoras e pude conhecer um pouco mais sobre as apostas da mesma para o público jovem. Cheguei meio sem ideia do que queria comprar, encontrei o Laércio (que estava na organização da sessão de autógrafos do James Dashner, então eu já conhecia) por lá e ele foi paciente o bastante para me contar um pouquinho da história dos principais livros para “jovens leitores” que estavam à disposição dos visitantes da Bienal. Já comentei aqui no blog o quanto adorei o livro “O Jogo Infinito”, do James Dashner, e, ao ficar sabendo da sinopse da trilogia “Insígnia“, soube que seria a aposta perfeita! Tanto foi que não só eu comprei, mas o meu amigo (obrigada por me acompanhar fielmente por toda a Bienal, Wellington!) também fez questão de comprar para ele. E o melhor de tudo? Eles estão com uma promoção FANTÁSTICA para a Bienal, onde, na compra do primeiro livro, você leva o segundo! Meu bolso agradece, muito bem, obrigada.

Mas o passeio não estaria completo se não passássemos pelo estande do Submarino. Meu amigo e eu somos fãs convictos do Submarino, sempre aproveitando as promoções do site, por isso não poderíamos deixar de visitar o espaço. Ao contrário do que muitos esperavam ou imaginavam, o espaço não contava com venda de livros, o que é compreensível, já que não existe nenhuma loja física do Submarino, é tudo virtual. Mas o legal do espaço não é isso, e sim a interatividade que ele propõe. Existem diversos espaços e atividades que estimulam a participação do visitante, como mesas interativas touchscreen, onde você  pode responder a um quiz sobre livros e montar um quebra-cabeça com capas; um painel onde você pode participar da criação de uma história de “era uma vez” (cada pessoa escreve um pedaço da história em um post-it, e a pessoa seguinte dá a continuação); uma tela com filme, em que você precisa pedalar uma bicicleta para que a história avance e, por fim, um periscópio (yaay, submarino, hehe), onde você pode ver cenas de alguns filmes que são adaptações de livros.

E bem quando estávamos saindo do espaço, vi uma pessoa com uma ecobag do Submarino e não pude me conter, então fui perguntar a um atendente o que era preciso para ter a bolsa. A coisa é bem simples: eles estavam com um link específico para compras na Bienal, com descontos especiais, e, para compras acima de R$ 50,00, a pessoa ganhava um pôster com a capa de um livro e a ecobag. Para compras acima de R$ 100,00, além do pôster e da ecobag, também levava uma camiseta com estampa de frases de livros. Acho que havia algum valor para compra que o brinde era só o pôster, mas confesso que estava um pouco distraída e não prestei atenção. Ao saber dos “brindes”, não teve outra. Fomos às compras e, juntando os livros que meu amigo e eu queríamos, conseguimos bater a meta dos R$ 100,00 – fácil, diga-se de passagem. E nisso saí de lá feliz e pimpona, com um pôster e uma camiseta de Jogos Vorazes, além da minha ecobag (a camiseta de JV era a única no tamanho P e, por ser unissex, a M já era um pouco grande demais). Então, além de todas as compras do dia, ainda tenho mais dois livros que devem chegar aqui em casa ainda essa semana, nessa febre maluca de “compras da Bienal”.

E isso resume meu segundo dia de Bienal do Livro. Tirei fotos com o Jason e o Freddy Krueger, além de no imponente Trono de Ferro, fiz compras e rodei a Bienal inteira, e fiz uma infinidade de coisas em pouco menos de quatro horas. Acabou sendo um dia um pouco mais tranquilo e proveitoso que sábado, e bem menos estressante. E ainda assim não foi o bastante, mal posso esperar para voltar lá no sábado – ainda mais que terá um encontro de fãs de Maze Runner no espaço da V&R. Só espero que minhas pernas aguentem até lá e não me deixem na mão 😀

XOXO,

Me.