Confesso que li: As Crônicas de Bane [Resenha]

Autora: Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501403964
Páginas: 392
Título Original: The Bane Chronicles
Nota: 4,5 Estrelas

Sinopse: Nesta edição ilustrada, são narradas as mais diversas aventuras do feiticeiro imortal Magnus Bane, das aclamada séries de Cassandra Clare. Entre escapadas no Peru e resgates reais na Revolução Francesa, acompanhe fragmentos da vida do enigmático mago ocorridos em diversos países e períodos históricos, com aparições de figuras conhecidas como Clary, Tessa, Will e Alec, personagens de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais.

Eu sei, eu sei, já estava devendo essa resenha há alguns dias (oi, Paula ❤ ), mas os últimos dias foram corridos e acabei me enrolando toda. Agora estou de volta e espero conseguir deixar o blog e as visitas em dia, yaay.

“As Crônicas de Bane” é outro livro adicional do universo dos Caçadores de Sombras, que surgiu da coletânea de nove contos revelando o passado do fabuloso feiticeiro Magnus Bane. Os contos foram publicados originalmente em formato digital e, quando todos foram lançados, surgiu esse lindo livro físico, para os amantes de papel, como eu ❤ Os contos abordam diversos momentos do passado de Magnus, desde os mais distantes – como seu testemunho em primeira mão da Revolução Francesa – até o mais recente – seu envolvimento com Alec Lightwood, um Caçador de Sombras do Instituto de Nova York.

Comecei a leitura EMPOLGADÍSSIMA porque, bom, porque sou apaixonada pelo universo dos Caçadores de Sombras e o Magnus é um dos meus personagens preferidos. Mas, logo no primeiro conto: booom! – decepção. Até ri com as primeiras páginas de “O que realmente aconteceu no Peru”, mas fui ficando cada vez mais frustrada conforme avançava na leitura. O que no começo parecia um humor bem dosado acabou virando algo escrachado, quase caricato. Em um ponto passou a me lembrar aquele tipo de comédia pastelão, em que as supostas situações cômicas são levadas ao extremo, e tão forçadas que você passa a se perguntar o que diabos está acontecendo ali. O Magnus mais estava me parecendo o Capitão Jack Sparrow (veja bem, eu adoro o personagem do Johnny Depp, mas ele não tem nada a ver com o Magnus que conhecemos e amamos), o que me fazia olhar toda vez para o nome da Cassandra na autoria do capítulo, em parceria com a Sarah, e me perguntar como ela havia permitido que transformassem o Magnus naquilo. Por um momento realmente fiquei com receio de que o livro todo fosse ser naquele estilo, o que já estava me desanimando da leitura, mas a graça do Anjo não permitiu que fosse assim.

Do segundo conto em diante, felizmente, já passamos a encontrar o mesmo Magnus de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais, assim como o mesmo padrão de escrita dos demais livros da série. Passado o trauma do primeiro conto, podemos realmente apreciar o desenvolvimento da história do feiticeiro, que presenciou não apenas fatos importantes da história mundana, mas também do Submundo e do mundo dos Caçadores de Sombras – como a assinatura dos Acordos e a Ascensão do Ciclo de Valentim Morgenstern, que quase pôs em risco toda a diplomacia entre membros do Submundo e Nephilins.

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É delicioso poder aproveitar ao máximo a personalidade fantástica do Magnus, tendo a história inteira focada nele. Nos outros contos o humor também se faz presente, mas de forma harmoniosa e natural, e não forçado como no primeiro. Também vemos o passado de alguns personagens conhecidos quando estes cruzaram com Magnus, como a vampira Camille Belcourt, o vampiro Rafael Santiago e até Edmundo Herondale, o Caçador de Sombras inglês que abandonou o preto para se casar com uma mundana, criando o lar onde Will e Cecily Herondale nasceram. Também temos a alegria de reencontrar, mesmo que por breves momentos, Will, Tessa e James, alguns dos amados personagens de As Peças Infernais (mesmo com uma pequena participação, meu coração já pulou de alegria por poder ‘vê-los’ mais uma vez *-*). E, como não poderia deixar de ser, temos as passagens fantásticas com Alec Lightwood, que nem vou começar a comentar ou ficarei aqui para sempre ❤

Assim como no Códex dos Caçadores de Sombras, o livro “As Crônicas de Bane” apresenta algumas ilustrações, mas aqui são focadas no começo dos contos. Na página que sucede o título de cada conto, vemos uma ilustração com alguma passagem do mesmo. Eu adorava ficar indo e voltando entre a história e o conto, para poder ver em texto o que já havia visto na gravura. E confesso que estou completamente apaixonada pelas ilustrações deste livro e do Códex, amei a forma com que os personagens foram retratados.

Para um livro da Galera Record, até que não encontrei tantos erros de revisão. Ok, basicamente os únicos livros da Galera que li até então foram do universo dos Caçadores de Sombras, mas infelizmente os erros não eram raros. Talvez seja um problema com a série, não sei. Mas lembro de ter me deparado apenas com dois ou três erros, bem discretos, então relevei. E minha edição do livro é com a fantástica capa holográfica (por um mundo em que eu consiga a capa holográfica para todos os livros da série D:), que combina perfeitamente com o “brilho” do Magnus. No geral, daria facilmente 5 estrelas para o livro, mas não consigo me conformar com aquele primeiro conto, então baixo o mínimo possível. E que venha “The Dark Artificies” *-*

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Novos na Família #7

Olá, pessoas da Terra!

Estou aqui me perguntando se algum dia conseguirei fazer esse post no dia certo, mas acho que não. Estou fadada a enrolar no último dia do mês e só postar o “Novos na Família” alguns dias depois, é a vida. Como ainda tenho os livros da Bienal e do aniversário do Submarino por ler, e fiz um acordo que evitarei novas compras até ler pelo menos metade deles, o post de hoje está bem curtinho. Vamos lá!

Sinto um ódio mortal pela câmera do meu celular, que deixa tudo tremido e estranho, mas é o que temos para hoje xP

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Confesso que li: O Códex dos Caçadores de Sombras [Resenha]

Autora: Cassandra Clare e Joshua Lewis
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501403957
Páginas: 288
Título Original: The Shadowhunter’s Codex
Nota: 4 Estrelas

Sinopse: Anjos, demônios, fadas, vampiros, lobisomens, feiticeiros – todos eles existem e precisam ser administrados e mantidos em paz. ‘O Códex dos Caçadores de Sombras’ abrange tudo – a história e as leis do mundo dos Caçadores de Sombras; como identificar, interagir e, se necessário, matar os diferentes tipos de habitantes do Submundo; qual lado da estela você deve usar para escrever. Com estudos sobre geografia, história, magia e zoologia, todos condensados em um só volume, o Códex está aqui para ajudar novos Caçadores de Sombras a navegar pelo lindo, porém muitas vezes brutal mundo que habitamos.

“O Códex dos Caçadores de Sombras” é um livro adicional da série Os Instrumentos Mortais / As Peças Infernais, escrito pela Cassandra Clare em parceria com seu marido, Joshua Lewis. O Códex é um livro que faz parte da história da série, sendo uma espécie de “manual” para os jovens Nephilins, onde eles aprenderão tudo sobre o mundo dos Caçadores de Sombras e do Submundo. O “nosso” exemplar do Códex foi formulado como se fosse uma edição para mundanos que buscam Ascender, ou seja, beber do Cálice Mortal e, com sorte, sobreviver ao processo e se tornar Nephilim. Em uma determinada página do livro (logo no começo, se não me engano), os “autores” do Códex até informam que o livro foi formulado para se parecer com uma publicação mundana, assim o aspirante a Caçador de Sombras poderia andar com seu Códex normalmente entre os mundanos, sem despertar suspeitas (ah, Códex <3).

Escrito no formato de um livro-texto, O Códex apresenta ao leitor assuntos como o surgimento e a história dos Caçadores de Sombras, seu treinamento de combate e armas utilizadas, um bestiário sobre demônios e integrantes do Submundo, informações sobre o Pacto e a Lei, a georgrafia de Idris, entre outros. E o destaque do livro fica para os comentários de alguns dos nossos personagens preferidos – Clary, Simon e Jace -, que fazem anotações por todo o Códex, dando um ar mais “intimista” à leitura. Dessa forma é como se estivéssemos com o exemplar do Códex da Clary em mãos, acompanhando seu aprendizado do universo dos Caçadores de Sombras.

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E, sendo o exemplar do Códex da Clary, outra coisa que não poderia faltar: desenhos. Sejam os desenhos “oficiais”, como as ilustrações ao começo de cada capítulo ou do Bestiário, ou os doodles (rabiscos) nos espaços “livres” das páginas, o Códex é cheio de gravuras. Em algumas você percebe que a ilustração faz parte do Códex, e em outras a ideia é que foram desenhados pela Clary. Ao fim do Códex, inclusive, encontramos desenhos de diversos personagens da série, como Jace, Alec e Magnus, entre alguns outros.

A linguagem, tanto do Códex quanto dos “comentários”, é bem divertida de acompanhar, é o tipo de leitura que flui facilmente. Achei incrível o tanto de informação que a Cassandra e o Joshua conseguiram desenvolver para este manual de Caçadores de Sombras, me deu a impressão de que realmente era um livro real, e não algo escrito às pressas, só para ocupar espaço na estante de alguém. É aquele tipo de leitura que te deixa (ou me deixa, pelo menos) com ainda mais vontade de participar do mundo dos Nephilins, mesmo o Códex mostrando os seus erros no passado – e que não foram poucos.

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A construção do Códex está incrível e eu realmente me apaixonei pelos comentários nas páginas. Eles combinaram perfeitamente com a personalidade dos personagens envolvidos, de forma que fica ainda mais crível a ideia de que é, de fato, o Códex da Clary – ok, Liah, você está sendo repetitiva, todo mundo já entendeu isso. Mas é verdade, os comentários são divertidíssimos, me tiraram boas risadas no ônibus.

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A edição está simplesmente perfeita. As páginas são amareladas e porosas, a fonte segue o mesmo estilo dos demais livros da série e as ilustrações no meio das páginas deixam tudo ainda mais perfeito. A fonte escolhida para a Clary, Simon e Jace é diferenciada, seguindo a linha de que foram escritas com a “caligrafia” de cada um deles, e rapidamente você já assimila qual é a letra de quem e acompanha os comentários. Para quem é fã do universo dos Caçadores de Sombras, é uma aquisição que vale – e MUITO – a pena ❤

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Confesso que li: Princesa Mecânica [Resenha]

Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501092700
Páginas: 430
Título Original: Clockwork Princess (The Infernal Devices #3)
Série: As Peças Infernais (#3)
Nota: 5 Estrelas + ❤

Sinopse: O mistério que liga Tessa Gray ao Magistrado continua indecifrável. Por que Mortmain precisa tanto de Tessa para fechar o quebra-cabeça das Peças Infernais? Além de tudo, enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, ela acaba se envolvendo cada vez mais no mundo dos Caçadores de Sombras e num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para todos que ela ama.

Dica: Leia a trilogia completa antes de ler “Cidade do Fogo Celestial”, pois as histórias se cruzam e você vai encontrar alguns spoilers da trilogia no último volume da série 🙂
Pode conter spoilers dos livros anteriores. Confira as resenhas aqui e aqui

É chegado o casamento de Tessa e Jem, e os noivos se preparam para a cerimônia. Mas, como nem tudo pode ser perfeito, a vida dos Caçadores de Sombras do Instituto de Londres parece cada vez mais complicada. Após a traição de Jessamine Lovelace, Charlotte se sente ainda mais pressionada a demonstrar controle sobre a situação com o Magistrado, já que sua autoridade está sendo questionada. Will tem que lidar com a presença de Cecile, sua irmã, no Instituto – um fantasma do passado que julgara ter deixado para trás, mas que voltou para assombrá-lo. E Tessa lida com a incerteza sobre sua própria natureza e a dúvida sobre a quem pertence seu coração. Mas o Magistrado ainda precisa dela para seus planos e, comprovando que está sempre um passo a frente, consegue colocar Tessa em uma situação onde parece não haver saída. Será ela capaz de condenar sua própria vida para salvar a de outros? E até onde irão Will e Jem para protegê-la?

Depois de devorar o segundo livro de As Peças Infernais, cheguei em “Princesa Mecânica” com o coração praticamente na boca. Apesar de eu realmente achar o vilão um pouco mais “fraco” que os de Os Instrumentos Mortais (não que a trama com o Mortmain seja vazia, mas acho o Valentim e seu sucessor – optei por não falar o nome, vai que alguém ainda não sabe que o fulano é vilão, não vou dar spoiler xD – mais fantásticos), estava completamente fisgada e ansiosa para o desfecho dessa trilogia. Apesar de não querer que o livro terminasse nunca, por estar completamente apaixonada pela história e pelos personagens, não consegui me impedir de voar pelas páginas, aguardando a revelação do mistério envolvendo Tessa e Mortmain, e todo o desenrolar da história. E, mais uma vez, a Cassandra não me decepcionou.

O livro retoma poucas semanas depois da última página de “Príncipe Mecânico”, e apresenta um ritmo envolvente já desde os primeiros capítulos, mas que ganha um passo ainda mais acelerado conforme o fim vai se aproximando. Assim como nos livros anteriores, a Cassandra soube brincar muito bem com as emoções e conflitos dos personagens, criando uma montanha-russa de emoções para o próprio leitor. É difícil não se deixar levar por todos os infortúnios dos Caçadores de Sombras, assim como não se alegrar com a felicidade deles – tanto os altos quanto os baixos foram trabalhados muito bem. E existe um certo momento nesse livro em que é absolutamente IMPOSSÍVEL não se desesperar, chorar, gritar e querer rasgar o livro de tanta frustração – ok, talvez não rasgar o livro, mas a Cassandra realmente te leva até o limite. E isso porque eu já comecei a trilogia sabendo o spoiler envolvendo justamente essa passagem, e ainda assim me desfiz em lágrimas no meio do ônibus, sem nem ao menos me importar com quem estava olhando, porque realmente fiquei com o coração em frangalhos ao ler aquele trecho. Ah, Cassandra, por que brinca assim com meu coração?!

Amei ver o desenvolvimento dos personagens, não só nesse livro, mas em toda a série. Foi fantástico vê-los amadurecendo, ganhando confiança, segurança, aprendendo mais sobre si mesmos e o mundo que os cerca. E não falo apenas sobre os protagonistas, mas praticamente todos os personagens que conhecemos. Comentei na resenha de “Príncipe Mecânico” o quanto eu gostava e me importava com os personagens secundários, e esse sentimento apenas se intensificou no último volume. Torcia a todo momento por Charlotte, Henry, Sophie, Gideon, e mesmo o ranzinza Gabriel e a recém chegada Cecily Herondale. Realmente me afeiçoei a todos estes personagens e muitos outros, e gostava de ler as tramas paralelas tanto quanto a principal, salvas as devidas proporções.

E disse e continuo dizendo: esse é o MELHOR triângulo amoroso que já vi na minha vida! Não tem um que possa se amar mais ou menos, mas os três estão tão intrinsecamente conectados que se tornaram basicamente um. E, tirar qualquer um dessa equação, seria o mesmo que tirar um pedaço do coração daqueles que ficaram. Porque, e cabe aqui lembrar, Will e Jem são parabatais e também são unidos por um elo especial. Eu confesso que já estou farta de triângulos amorosos, da fórmula básica e genérica, dos dramas da mocinha que fica cheia de dedos, sem saber qual dos dois escolher – já deu, né? E justamente por isso eu amo o triângulo presente em As Peças Infernais, pois ele escapa de todas essas chatices presentes em triângulos amorosos e cria uma fórmula que, acredito, não funcionará em nenhum outro lugar.

três

E, depois nos levar por um tsunami de emoções, ação e suspense, a Cassandra nos entrega um fim absolutamente fantástico, capaz de agradar o mais amargo dos corações. Dentre os elementos apresentados, o fim foi simplesmente perfeito, não poderia pedir por nada mais ou nada menos. Ela acertou e muito a mão, consagrando As Peças Infernais como uma das minhas trilogias preferidas.

Quanto à edição, continuo amando a capa e encontrei pouquíssimos erros de revisão, que eram mais constantes em Os Instrumentos Mortais, mas admito que acho que a Galera deslizou um pouquinho em alguns elementos da tradução. Lembro de dois casos específicos: o do gato Coroinha e dos livros de magia. Nos dois primeiros livros desta trilogia, somos apresentados a um gato ranzinza que foi resgatado pro Jem, e que só suportava o rapaz e mais ninguém. Mas é só quando chegamos ao terceiro livro, e quando a Galera Record resolve mudar a tradução do nome, que descobrimos que o assim chamado Coroinha é, na verdade, Church, o gato ranzinza que mora no Instituto de Nova York em TMI. Assim como os livros Gray e White, que são traduzidos como “Livro Cinza” e “Livro Branco”. Ok, sei que pode parecer besteira, mas, se tratando de uma série (não só as séries isoladas, mas a série de Caçadores de Sombras como um todo), acho importante manter certo padrão na tradução, para que aqueles que acompanham possam fazer a ligação entre os elementos.

E por último, mas não menos importante, uma dica que dou a vocês que ainda não leram este último livro: no começo de “Princesa Mecânica”, antes de mais nada, há uma árvore genealógica das famílias Herondale, Carstairse Lightwood. NÃO OLHE a árvore genealógica antes de terminar o livro. Acho que esse foi outro grande erro da editora, pois o leitor já se depara com um MEGA spoiler antes mesmo de começar a leitura. Então não vá todo alegre e inocente ver o que é aquela página, assim como eu, pois você pode bater o olho justamente na informação errada, assim como eu. Mas ainda assim vale a pena a leitura ❤ ❤

Confesso que li: Príncipe Mecânico [Resenha]

Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501092694
Páginas: 406
Título Original: Clockwork Prince (The Infernal Devices #2)
Série: As Peças Infernais (#2)
Nota: 5 Estrelas + ❤

Sinopse: Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres — ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada — foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.

Dica: Leia a trilogia completa antes de ler “Cidade do Fogo Celestial”, pois as histórias se cruzam e você vai encontrar alguns spoilers da trilogia no último volume da série 🙂
Pode conter spoilers do livro anterior. Confira a resenha de “Anjo Mecânico” aqui

 

O mundo de Tessa está de ponta cabeça. Nate, seu irmão, traiu sua confiança e de todos os Caçadores de Sombras, revelando-se um aliado de Mortmain em sua luta contra os Nephilim. Sem saber quem é ou qual seu lugar no mundo, Tessa sente-se completamente perdida, e seu último encontro com Mortmain a deixou ainda mais confusa. A pressão para que os Caçadores de Sombras encontrem e detenham o Magistrado fica ainda mais intensa quando um suposto aliado decide se posicionar contra Charlotte. Benedict Lightwood, membro do Conclave de Londres, está determinado a comprovar que Charlotte não está apta a exercer o cargo de líder do Instituto, e espera que consiga essa posição para si. Em uma medida provisória, o Cônsul Wayland decide que os membros do Instituto de Londres deverão encontrar e capturar Mortmain por conta própria, sem a ajuda direta dos demais membros da Clave, para comprovarem que estão no controle da situação – e, pior, eles só terão duas semanas para fazer isso.

Com o tempo correndo e os inimigos se aproximando, os moradores do Instituto começam a buscar em todas as fontes e vasculhar todas as informações possível, tentando encontrar qualquer dica que os leve ao paradeiro do Magistrado, enquanto lutam com seus próprios demônios interiores. Tessa, Will e James vão ao distante condado de Yorkshire, em busca do passado de Mortmain, mas acabam se deparando com uma parte do passado de Will que ele julgava ter deixado para trás. E, ao mesmo tempo em que o rapaz tenta derrubar as amarras que o prendem, Tessa vai se afeiçoando cada vez mais e mais ao gentil Jem, que tem se mostrado digno de seu afeto e respeito. Em meio a traições, tristezas e lutas, será que Tessa será capaz de se encontrar, ou irá apenas se perder de vez?

Li o primeiro livro da trilogia e gostei, mas não sabia se seria o bastante para já me fazer gostar mais da trilogia que da série. Foi quando comecei o segundo livro que fui arrebatada de vez, meu coração foi completamente conquistado. Nem havia chegado ao fim do livro e já considerava uma das minhas leituras preferidas em todo o ano, e já cogitava considerá-lo entre meus livros preferidos de todos os tempos. A escrita da Cassandra continua fenomenal enquanto ela tece uma rede de conspirações, traições, amores e dissabores. Me encontrei devorando as páginas enquanto tentava descobrir mais sobre o passado de Will, a natureza de Tessa e a história de Jem.

A trama dos personagens secundários também me deixou completamente fisgada. Neste livros temos uma exploração ainda maior dos outros moradores do Instituto, assim como dos filhos de Benedict Lightwood, Gideon e Gabriel. E esse é outro ponto que me conquistou no livro: me importava tanto com os personagens principais quanto com os secundários, queria acompanhar suas tramas paralelas à história do trio principal. Fui me afeiçoando cada vez mais à Charlotte e ao Henry, à Sophie e ao Gideon, mesmo sendo um novato na história, e até a Jessamine tocou uma partezinha do meu coração. Apesar de não me importar nem um pouco com o Magistrado (neste caso o Valentim é um vilão muito melhor), queria saber mais sobre seu plano de destruição dos Nephilim.

Mas, mais do que tudo, eu queria saber sobre Will, Tessa e Jem. A Cassandra aprendeu como realmente construir um triângulo amoroso, oferecendo algo mais concreto e apaixonante que o falho “Jace, Clary e Simon”, de Os Instrumentos Mortais, já que era possível saber desde o começo quem ela escolheria. Com o romance de As Peças Infernais, você fica a todo momento se perguntando o que acontecerá no fim. Pois, conforme ela vai conhecendo os dois, e se afeiçoando aos dois, você não consegue imaginar como aquilo poderia acabar sem um (ou mais) coração completamente destruído, e a mera ideia já te parte o coração. Eu particularmente AMEI este livro, pois encontrei algumas das melhores passagens com o James em toda a trilogia. E que os fãs do Will me perdoem, mas o James é infinitamente perfeito. Por mais que a história seja absolutamente fantástica, repleta de reviravoltas de tirar o ar e revelações de deixar o cabelo em pé, foi o romance o que mais me conquistou ❤

E uma coisa que esqueci de comentar na resenha anterior é a construção dos capítulos. A cada novo capítulo é apresentado um trecho de um poema ou livro, de autores que seriam conhecidos por Tessa na época da história. Achei fantástico como os trechos conseguiam traduzir ou sintetizar praticamente todas as emoções e sensações que ocorriam na história, e aplaudo o trabalho de pesquisa da autora.

Terminei o segundo livro e já emendei o terceiro logo em seguida, pois não conseguia aguentar a curiosidade para saber como a história terminaria, mesmo não querendo que ela terminasse nunca, de tanto que gostei. Sei que posso soar repetitiva, mas a Cassandra Clare fez um trabalho excelente com esta trilogia ❤

Confesso que li: Anjo Mecânico [Resenha]

Autora: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501092687
Páginas: 392
Título Original: Clockwork Angel (The Infernal Devices #1)
Série: As Peças Infernais (#1)
Nota: 5 Estrelas

Sinopse: Anjo mecânico apresenta o mundo que deu origem à série Os Instrumentos Mortais, sucesso de Cassandra Claire. Nesse primeiro volume, que se passa na Londres vitoriana, a protagonista Tessa Gray conhece o mundo dos Caçadores de Sombras quando precisa se mudar de Nova York para a Inglaterra depois da morte da tia. Quando chega para encontrar o irmão Nathaniel, seu único parente vivo, ela descobrirá que é dona de um poder que capaz de despertar uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das forças do submundo.

Dica: Leia a trilogia completa antes de ler “Cidade do Fogo Celestial”, pois as histórias se cruzam e você vai encontrar alguns spoilers da trilogia no último volume da série 🙂

Tessa Gray era uma garota comum, de 16 anos, que vivia em Nova York com sua tia Harriet, que criara a menina e seu irmão, Nate, depois da morte de seus pais. Mas, depois de ser acometida de uma súbita doença, a tia Harriet morre, deixando Tessa sozinha no mundo. O irmão, que havia se mudado para a Inglaterra um mês antes, a convida para ir morar com ele, e logo Tessa se vê abandonando toda a vida que conhecia e embarcando em um transatlântico.Ao chegar no Velho Mundo, a garota é recebida pelas Irmãs Sombrias, que dizem estar ali a pedido de seu irmão. Ingênua e sem desconfiar de nada, Tessa entra na carruagem das Irmãs, sem saber que estava rumando para seu próprio cativeiro.

A verdade é que Tessa não é uma garota tão comum assim, e ao longo das semanas seguintes as Irmãs Sombrias a ajudam a descobrir e dominar o seu dom: Tessa consegue se Transformar em outras pessoas, bastando segurar um item que pertence ou pertenceu a ela, e que ainda tenha sua essência dentro. Com a Transformação, Tessa também acessa as memórias e pensamentos da pessoa, e não só sua aparência física. Depois de uma Transformação particularmente complexa, as Irmãs finalmente revelam seu objetivo: Tessa está sendo treinada para que seja entregue ao Magistrado, um homem poderoso e misterioso, e que seria seu futuro esposo.

Tessa, que já queria fugir há um bom tempo (e só não o fazia porque as Irmãs diziam que Nate era seu prisineiro), não aguenta mais e tenta escapar da casa em que está sendo mantida prisioneira, mas é capturada novamente e amarrada em sua cama. Ela descobre que o Magistrado iria para a Casa Sombria naquela mesma noite, para se casar com ela, e que o trabalho das Irmãs finalmente estava finalizado. Quando está tentando escapar, Tessa é encontrada por William Herondale, um jovem Nephilim que vinha investigando, junto aos demais membros do Instituto de Londres, as atividades do Clube Pandemônio, do qual as Irmãs Sombrias faziam parte.

Will consegue resgatar Tessa e a leva ao Instituto, onde ela conhece seus diretores, Charlotte e Henry Branwell, além de James Carstairs e Jessamine Lovelace, outros Caçadores de Sombras que vivem lá, e Thomas, Sophia e Agatha, mundanos com a Visão, que trabalham no Instituto. E é lá, no coração do Enclave, que Tessa aprenderá mais sobre o universo dos Caçadores de Sombras e membros do Submundo, começará a buscar a verdade sobre sua própria condição e tentará, com a ajuda dos Nephilim, encontrar seu irmão e impedir os planos do Magistrado.

Antes de mais nada, preciso dizer: Cassandra Clare não para de me surpreender. Eu sou apaixonada por Os Instrumentos Mortais, e já há algum tempo queria ler As Peças Infernais. Já tinha visto algumas pessoas comentando que a trilogia conseguia ser ainda melhor que a série original, mas ficava com um pé atrás, já que não imaginava como uma história do mesmo universo poderia superar a outra. Comecei a ler “Anjo Mecânico” deixando essa questão de “melhor x pior” de lado, focando apenas na história, e me surpreendi. O universo dos Caçadores de Sombra, que já tinha sido tão ricamente explorado em Os Instrumentos Mortais, ganha novos ares nesse relato que se passa na Londres Vitoriana. Muitas coisas que conhecemos ou estamos acostumados em TMI (“The Mortal Instruments”) ainda não estão presentes no universo destes Caçadores, que lidam de forma mais direta com os problemas da Caça às sombras. As relações com os membros do Submundo também são bem mais complicadas e não tão amistosas – a primeira versão dos Acordos foi assinada apenas alguns anos antes, e os ânimos ainda estão um pouco exaltados e o preconceito se faz muito presente.

Mas o diferencial do livro não está apenas nos novos (ou ainda inexistentes?) elementos, mas na própria escrita da Cassandra. Sim, eu sei que não acreditei quando me disseram isso, mas a escrita dela realmente já está melhor em As Peças Infernais. A construção dos acontecimentos, das frases, dos diálogos e até mesmo da história como um todo já está em um nível mais elevado. A história parece estar mais “amarrada” e mais bem trabalhada, pelo menos para um primeiro volume.

Outro ponto a ser destacado são os personagens. A Cassandra tem uma habilidade incrível de desenvolver personagens profundos, complexos e cativantes. Digam o que disserem sobre “repetição de histórias e personagens”, eu achei os personagens de As Peças Infernais bem originais e diferentes dos presentes em Os Instrumentos Mortais. A protagonista, Tessa, é forte e decidida, não aceitando um não como resposta, e não aceitando que tentem dizer o que ela deve ou precisa fazer (até então, até que é parecida com a Clary). Mas, diferentemente da ruivinha, Tessa tem uma dificuldade inicial em entender e aceitar o mundo das Sombras, principalmente em aceitar que faz parte dele.

Os outros personagens também são incríveis e rapidamente me vi apegada a praticamente todos eles. Até à mesquinha e rabugenta Jessamine Lovelace, que quer tudo, menos ser uma Nephilim. No começo foi difícil gostar de Will, mas quando começamos a descobrir que há uma motivação por trás de suas ações e relações com as outras pessoas, fica difícil julgar e fácil especular o que se passa por trás dos muros. E o James, aaah, James ❤ Como pode existir um personagem tão PERFEITO?! Ele é paciente, amoroso, não guarda rancor, é um perfeito cavalheiro e o único que sabe como lidar com seu parabatai, Will. Ele é perfeito de um jeito que me faltam palavras para explicar – simplesmente é. E todo o conjunto dos habitantes do Instituto funciona como uma máquina estranha, mas que vai fazendo mais sentido conforme você vai descobrindo mais sobre eles.

Em resumo, é fácil devorar o livro. A escrita envolvente, os personagens cativantes e o mistério do Magistrado, que te deixa cada vez mais intrigado, faz com que o livro se torne um vício. É impossível largar ou interromper a leitura, ainda mais para aqueles que já são fãs do universo da Cassandra Clare. Mas mesmo para aqueles que ainda não leram Os Instrumentos Mortais, é possível ler e se apaixonar perdidamente por Anjo Mecânico. Ah, que livro lindo ❤

E, falando em lindo, cabe mencionar a capa. Sou apaixonada pelas capas dos livros da Cassandra, mas as de As Peças Infernais são absolutamente sensacionais. Perdi as contas de quantas vezes interrompia a leitura para ficar admirando a capa. Somando o conteúdo do livro, só tenho uma palavra para definir: perfeição.

Novos na Família #5.2

Boa noite, pessoas da Terra 😀

Como prometido, volto agora com a parte final do “Novos na Família”, apresentando os demais livros que comprei no mês passado. Como expliquei no último post, criei um “projeto” com um amigo (oi, Gordo ❤ ), onde guardaríamos R$ 50,00 por mês para comprar livros no aniversário do Submarino deste ano. Consegui aproveitar algumas promoções muito boas, por isso a pilha de livros foi generosa. É bem provável que essa coluna fique parada por um bom tempo aqui no blog, pois vou evitar comprar novos livros até conseguir terminar de ler esses que comprei. E, sem mais delongas, vamos à segunda parte!

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Magnus ao Quadrado

Eita, Giovanna, segura esse forninho!

Magnus and Magnus

Eu vivo me dizendo “não faça dois posts por dia, fica demais”, mas alguma coisa sempre estraga meus planos. Bom, eu estava disposta a deixar passar dessa vez, mas um assunto empilhou no outro e não pude evitar. O problema é que já tinha publicado o post de “Mundo que Lê” quando vi as duas notícias juntas, aí não dava para reverter. Sem mais delongas, vamos lá.

Magnus¹ – As Crônicas de Bane [Cassandra Clare]

071Quem me conhece já sabe que eu sou mega fã da Cassandra Clare. Tenho todos os livros já publicados, só falta terminar “Princesa Mecânica” e ler “O Codex dos Caçadores de Sombras”, e já estava esperando impacientemente pelo próximo lançamento, “As Crônicas de Bane”. Como vimos no fim de “Cidade do Fogo Celestial”, Magnus Bane escreve as suas memórias e entrega o manuscrito a Alec, já que o rapaz sempre se ressentia por não conhecer o  passado do feiticeiro. Esse trecho da história acabou sendo um gancho para o lançamento real das memórias do feiticeiro mais glamouroso de todos os tempos, já que Cassandra Clare anunciou que realmente publicaria uma série de contos, que depois formariam um livro. Algumas pessoas já leram os contos em e-books, mas algumas, como eu, preferiam aguardar o livro físico. E a Galera Record acabou de acalmar (ou acelerar ainda mais?) o coração dos fãs de Magnus, ao anunciar que o lançamento de “As Crônicas de Bane” está previsto para novembro desse ano! [Pausa para surtar: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH *-*]. O livro já consta no catálogo da editora, agora é só aguardar o lançamento oficial ❤

Magnus² – Magnus Chase and the Gods of Asgard [Rick Riodan]

Um Magnus é bom, dois é melhor ainda. Após se aventurar com os deuses gregos e egípcios, o tio Rick anunciou que escreveria uma nova série, centrada nos deuses nórdicos. Ontem, em sua infinita bondade, o autor finalmente revelou o nome da nova série, que será “Magnus Chase and the Gods of Asgard” (“Magnus Chase e os deuses de Asgard”, em tradução livre). Tomando como base o que já vi em “Percy Jackson e os Olimpianos”, “Heróis do Olimpo” e “As Crônicas dos Kane”, mal posso esperar por essa nova série, que deve ser tão fantástica quanto as outras. E quero ver como será a representação do tio Rick para os deuses da mitologia nórdica, já que não conheço tanto sobre o assunto, pelo menos não como conhecia da mitologia grega e romana. A previsão de lançamento é para a primavera (aqui, outono no hemisfério norte) de 2015. É torcer para o tempo passar rápido!

Magnus + Magnus = ♥

Você pode estar se perguntando “ok, mas por que publicar as duas notícias em um único post?”. Não, não foi apenas pela praticidade ou pela proximidade das datas. A maioria dos fãs da Cassandra, ao baterem o olho no nome da nova série do Rick Riordan, automaticamente pensaram no feiticeiro de olhos de gato e devem ter soltado um “mas que coincidência!”. Também pensei, até que entrei no Twitter (sigo o tio Rick por lá, e queria ver em primeira mão o que ele havia divulgado sobre a nova série), e qual não foi minha surpresa ao me deparar com os tweets abaixo:

MORTA

@cassieclare muito gentilmente me permitiu compartilhar o incrível nome “Magnus” para o meu personagem nórdico. 😀 Sr. Bane é um dos meus favoritos. “@hayatoHKSA: @camphalfblood meu Deus, Magnus Chase. É como uma colagem de dois favoritos.” *risos* Na verdade nós conversamos sobre isso antes! (tradução livre e tosca)

Não foi uma coincidência, senhoras e senhores! Rick Riodan e Cassandra Clare conversaram sobre isso e decidiram colocar nossas emoções em frangalhos, ao unir (mesmo que apenas ao compartilhar o nome de personagens) duas séries tão fantásticas. Ok, pode ser apenas o nome que é igual, mas foi super divertido ver essa troca entre os autores! ❤

MORTA3

“@dampercyjackson: ” VOCÊ VIU O NOME DA NOVA SÉRIE NÓRDICA DO RICK RIORDAN? MANUSSSS” Eu já sabia! Estou feliz que todos saibam agora! (tradução livre e tosca)

MORTA2

“@camphalfblood: “cc muito gentilmente me permitiu compartilhar o incrível nome “Magnus” para o meu personagem.” Foi egoísmo. Estou morrendo para conhecer o seu Magnus!

E é melhor eu sair do Twitter, antes que acabe tendo um ataque do coração. E aí, empolgados com as novidades?

XOXO,

Me.

P.S.: Deixo aqui um beijo para a linda da Ana Flávia, que foi quem compartilhou as duas notícias no grupo do Confissões de um Leitor no Facebook, e me fez ter um ataque do coração. Obrigada ❤

Li até a página 100 e… #6: Princesa Mecânica [Cassandra Clare]

Olá, pessoas da Terra!

A TAG/coluna/meme “Lei até a página 100 e…” foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Minha ideia inicial era fazer essa coluna com todos os livros que lesse, mas achei que acabaria ficando enfadonho e desnecessário, então farei vez ou outra. Ainda terá certa frequência, refletida pela frequência da minha leitura, mas não necessariamente colocarei todos. Sem mais delongas, vamos lá 😀

LiAteAPagina100E

O livro da vez, como o título já entrega, é “Princesa Mecânica“, da Cassandra Clare. Assim como no post de “Prova de Fogo”, já aviso que o post terá spoiler dos livros anteriores.

Primeira frase da página 100:

“— A finalidade delas, basicamente.”

Do que se trata o livro:

O livro retoma dois meses após os acontecimentos de Príncipe Mecânico (♥), mostrando o desenrolar da história. James e Tessa estão noivos, o que seria perfeito, não fosse Will, que ainda sofre pela noiva, e a noiva, que sofre por Will. Após ser dominado pela varíola demoníaca, Benedict Lightwood se transforma em um verme – literalmente-, e cabe aos Caçadores de Sombras do Institulo, junto com Gabriel Lightwood, caçar e destruir o demônio que um dia foi um Caçador de Sombras. A vitória parecia certa, mas as coisas se complicaram quando James, após a derrota do demônio, sofreu uma grave crise de sua doença. De volta ao Instituto, Will descobre que o estoque de yin fen de seu amigo está quase no fim e, ao sair para buscar mais, descobre que todas as suas fontes se secaram. O Magistrado, antecipando novamente os movimentos, adquiriu todo o estoque da droga e agora a morte de James parece certa. Will e Tessa precisarão encontrar um jeito de salvar Jem, mesmo que, para isso, tenham que superar a dor que é estar perto um do outro. E, ao mesmo tempo, tentar descobrir e vencer os planos do Magistrado.

O que está achando até agora?

ASDFGHJKL! Quando comecei essa trilogia, sabia dos comentários que diziam que era melhor que Os Instrumentos Mortais. Como fã incondicional de TMI, pensei que não seria possível. Mas é. Não que a série original seja ruim, porque não é, mas essa trilogia é MUITO amor. Amei “Anjo Mecânico”, quase surtei com “Príncipe Mecânico” – quando o James pediu a Tessa em casamento e ela aceitou, comecei a pular, gritar e balançar o livro de um lado para o outro… não sei o que isso diz sobre mim – e agora, mesmo estando apenas na centésima página de “Princesa Mecânica”, já sei que esse livro vai destruir meu coração. Todo o mistério dos planos do Magistrado, o drama do trio James & Tessa & Will, as intrigas envolvendo a liderança do Instituto, os encontros e desencontros de Sophie e Gideon, a própria doença de James, que destrói meu coração pouco a pouco – ah! Tudo é tão, mas tão envolvente, que não consigo largar o livro. E não consigo imaginar como será NÃO ter outro livro de As Peças Infernais para continuar lendo. Estou em DPL antecipada!

O que está achando da personagem principal?

Já havia gostado da Tessa no primeiro livro, e estou gostando cada vez mais conforme a história avança. Ela não se conforma com o que é esperado dela, não se sujeita ao que é seguro para si quando acha que os que amam estão em perigo. Ela é corajosa, guerreira, leal e tem um coração gigantesco. Ela pode ser teimosa e um pouco confusa, mas seu coração está no lugar certo. E, Clary que me desculpe, ela é bem mais interessante que a nossa ruivinha.

Melhor quote até agora:

Continuo sendo péssima com quotes, mas vou pegar um dos trechos que mais me prendeu. Um diálogo, na página 71.

— Então, você vai morrer por amor – disse Will afinal, com a voz soando rouca aos próprios ouvidos.

— Morrendo um pouco mais depressa por amor. E existem razões piores pelas quais morrer.”

Vai continuar lendo:

Lendo? Vou DEVORAR esse livro!

Última frase da página:

“[…] Mas não se pode dizer o contrário.”

Quero terminar, mas não quero ao mesmo tempo. Não estou pronta para dizer adeus ainda ~chora~. Mas, assim que terminar as resenhas de Maze Runner, começo a publicas as de As Peças Infernais :3

XOXO,

Me.