Confesso que li: Preciso Rodar o Mundo [Resenha]

Autora: Michelli Provensi
Editora: Da Boa Prosa
ISBN: 9788564684447
Páginas: 240
Nota: 4 Estrelas

Sinopse: Ser modelo de sucesso é um sonho de muitos jovens em todo o país. A moda atrai a atenção com os investimentos e todo o espaço que ocupa na mídia. O Brasil alcançou uma posição de destaque nesse universo; nossas modelos atingiram o topo dos rankings e da fama, ganhando milhões por ano e alimentando ainda mais esse sonho. Nem todas as 1 MILHÃO de jovens que se inscrevem nos principais concursos de beleza vão chegar lá, mas o livro de Michelli Provensi é um aliado daquelas que têm persistência e querem aprender sobre os bastidores e a realidade nem sempre glamourosa dos desfiles e ensaios. Modelos quase sempre estão no lugar certo, o problema é que, também, quase sempre com a roupa errada. Fotografam biquíni em pleno inverno, muitas vezes na neve. Fotografam aqueles casacos que quase nunca são usados, debaixo de 40 graus; isso sem contar as horas e horas para um click ou um desfile. A vida delas não é nada fácil, é bem mais complicada do que o belíssimo resultado impresso numa revista. Michelli Provensi demonstra que não é apenas um corpo a serviço de uma marca, ela interrompeu os estudos, mas é muito inteligente e conectada, tem atitude, canta, interpreta, dança e pode ser a guia ideal para esse mundo que desperta muita curiosidade. Um livro para modelos, pretendentes e curiosos sobre o universo da moda. Ah, um aliado indispensável para toda mãe de modelo.

All the models in the house, all the models in the house representing ♪” (~lecantando~). Já devo ter mencionado por aqui, mais de uma vez, que não sou muito fã de livros de não ficção. Leio livros de fantasia, drama, romance, mistério, suspense, ficção científica, enfim, praticamente tudo que seja ficção, mas nunca tive muita conexão com livros que não fossem de ficção. Mas, como nem só de ficção se faz a vida de um leitor, me deparei com a leitura de “Preciso Rodar o Mundo”, da modelo (e agora escritora) Michelli Provensi, livro publicado pelo selo Da Boa Prosa da editora Livros de Safra. O livro conta os bastidores do tão badalado mundo da moda, o lado da vida das modelos que ninguém conta (ou não contava). Nunca fui ligada em moda, para mim é um assunto de outro planeta, mas, conforme lia, me vi completamente fascinada pela história da Michelli. Não só pela história em si, mas pelo jeito leve, descontraído e verdadeiro que ela utilizou para contar sua jornada pelo mundo da moda.

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O livro é dividido em pequenos capítulos que apresentam os diversos aspectos da vida da modelo até então, desde sua infância como a “garota esquisita” até seu retorno para casa, passando pelos pontos altos – e baixos – de sua carreira. Apesar de não seguir uma ordem cronológica, o livro apresenta diversos momentos da carreira de Michelli, e aos poucos vamos montando uma colcha de retalhos com a história dela. O que mais me fascinou em toda a leitura foi a escrita de Provensi, que é completamente envolvente. A leitura da história te dá a impressão de que ela está te contando tudo aquilo, como se estivesse ali contigo e falando sobre suas aventuras e desaventuras, da mesma forma como contamos a um amigo o que aconteceu conosco em determinada situação. A linguagem, a construção, a descontração, tudo faz com que você se sinta conectado à história que ela te conta, como se fosse um conhecido te contando uma história que aconteceu com ele.

O humor é outro elemento muito presente no livro. Tanto na construção dos títulos dos capítulos (ri sozinha enquanto lia o índice, já me perguntando qual seria a história apresentada no capítulo que tinha um título como aquele) quanto na forma de contar a história, o humor e a personalidade da autora se faziam muito presentes, deixando a história ainda mais gostosa de se ler. Seja ao narrar a história do modelo que não sabia qual o lado certo para vestir o famigerado “tapa-sexo”, ou a história de como perdeu um casting de um estilista famoso por não reconhecer quem era e preferir assistir a um jogo do Brasil na Copa, que ocorria ao mesmo tempo, entre tantas outras histórias, Michelli consegue fazer o leitor mergulhar no lado desconhecido da profissão, mostrando que a vida de modelo não é tão fácil ou tão inatingível quanto alguns pensam. Como fã de futebol, ela chega inclusive a fazer comparações entre a vida dos modelos e jogadores de futebol, mostrando como alguns elementos se fazem presentes nas duas carreiras.

A autora nos dá uma lição de como devemos ir atrás de nossos sonhos, mesmo quando não sentimos que somos capazes para isso. Como não podemos abandonar aquilo que queremos e como temos que confiar em nosso potencial. Também ensina que a jornada não será fácil, mas que isso não é motivo para desistirmos. Ao apresentar suas próprias memórias, ela nos faz pensar em tudo aquilo que queremos para nós e se estamos fazendo o possível para chegar lá (pelo menos foi essa a relação que tive com o livro). De uma garota “franzina” e desengonçada a modelo internacional, de beleza “exótica”, Michelli provou que é possível conquistar o mundo, desde que se decida dar o primeiro passo.

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Confesso que li: A Garota das Nove Perucas [Resenha]

Autora: Sophie van der Stap
Editora: Livros de Safra
ISBN: 9788564683235
Páginas: 208
Título Original: Meisje met negen pruiken
Nota: 3 Estrelas

Sinopse: Poucos fatos podem abalar tanto a vida de uma jovem linda, autoconfiante e baladeira de 21 anos. Sem dúvida, descobrir que foi acometida por uma doença muito, muito séria é um deles. Há alguns anos, muitas pessoas optavam por sequer pronunciar a palavra câncer. Mas a holandesa Sophie van der Stap não fez essa opção: encarou a palavra e a dureza de uma possível falta de perspectiva, viu de repente seu mundo ruir e a incerteza tomar conta de seus dias, pois a impossibilidade do futuro parecia concreta. Foi aí que, de um modo muito peculiar, encontrou uma forma de resistir. Se teve de enfrentar o estranhamento do seu rosto careca no espelho e imaginar o modo como as pessoas olhariam para ela naquela peruca desajeitada, aos poucos percebeu que poderia fazer daquele limão uma tentativa de limonada. Por que não ter um pouco de diversão e alívio criando personagens diferentes? Cada uma com uma peruca, que a ajudariam a enfrentar aquele difícil ano de muita incerteza, atravessado por idas e vindas para hospitais e tratamentos. Foi assim que surgiram Uma, Pam, Sue, Blondie, Daisy, Platina, Stella, Bebé e Lydia. Mergulhe neste livro e descubra um pouco mais sobre elas.

(Livro cedido para resenha pela Editora.)

Em janeiro de 2005, a vida de Sophie van der Stap mudou completamente. Com apenas 21 anos, a jovem descobriu que estava com um tipo raro e agressivo de câncer, apenas alguns anos depois de a própria mãe ter sido tratada por câncer de mama. A “família de tumores” que fixou residência no corpo de Sophie adotou a pleura, a membrana que envolve o pulmão, como nova residência, alguns chegando bem próximos do fígado. O diagnóstico só veio depois de inúmeras visitas a diferentes médicos e foi recebido com o merecido choque – câncer, aos 21 anos, como ela poderia imagina? O livro nos apresenta todo o período do tratamento de Sophie, desde a descoberta da doença até a transformação da sua experiência em um livro. Com uma boa dose de humor e realidade, nua e crua, a garota apresenta como foi descobrir que estava doente, ver todos os seus planos, sonhos e certezas arrancados debaixo de seus pés e como enfrentou o câncer à sua maneira, para não se perder em meio ao caos.

As perucas, retratadas no título, vieram tão logo Sophie começou a perder os cabelos durante a quimioterapia. A primeira peruca, uma “ratazana cinzenta” e estranha, parecia tudo, menos seu cabelo. A coceira, o desconforto, o estranhamento, o espelho, tudo parecia ser mais um motivo para fazer Sophie se desesperar, já que não abraçaria a careca ou adorariaos lenços. Foi em uma loja de artigos para teatro que a jovem encontrou o escape: novas perucas, mas que não pareciam tão “perucas” quanto a primeira. Com o passar do tempo, seu jogo com as perucas tornou-se um jeito de lidar com a doença que lhe afligia. Com cada nova peruca, podia comportar-se de determinada maneira. Era mais romântica, mais sexy, meiga, aventureira ou mesmo confiante. Trocam-se as perucas, troca-se a maneira que o mundo a enxergava e, portanto, a forma com que ela interagia com o mundo. Não era uma questão de criar um personagem totalmente novo, do zero, mas de dar vazão a aspectos de sua própria personalidade – afinal, embaixo de cada peruca, estava a mesma Sophie de sempre.

Por todo o livro, que retrata a história real de Sophie, podemos ver como foi toda a relação dela com o tratamento, que durou pouco mais de um ano. Não direi “nossa, é uma grande história de superação, um exemplo, uma inspiração”, porque não é uma história, mas uma pessoa real, que sofreu, teve medo e desilusões, e deve ser enxergada por quem ela é, não pelo que ela vivenciou. A própria Sophie parecia debater muito com essa questão, principalmente quando via a reação das outras pessoas. Quando se está com uma doença grave, como o câncer, as pessoas parecem passar a enxergar a doença que está na pessoa, não mais a pessoa que está com a doença. E isso foi algo que gostei muito no relato da Sophie: como ela não deixou a doença definir quem ela seria ou como precisaria agir, mas que fez o possível para tomar as rédeas nas mãos, enfrentar o tratamento sozinha e fazer o possível para não se perder no meio do caminho.

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Apesar do que a última frase da sinopse (ou mesmo o título) possa dar a entender, o livro não é tão focado nas “personalidades” das perucas, e sim na Sophie como um todo. Ela apresenta brevemente como cada penteado permitia que certa parte de sua personalidade se sobressaísse mais, assim como o “nome” dado a cada uma das perucas, mas o foco da história ainda é a vida de Sophie, a garota por trás das perucas. Ela conta, com generosas doses de humor, suas indas e vindas ao hospital, seus amores e desafetos, a relação com seus pais, seus amigos, seus médicos e todos que estiveram envolvidos nesta etapa da sua vida.

O livro é divididos em pequenos “capítulos”, que são separados pelas datas dos acontecimentos. Isso ajuda a ter uma boa ideia do período em que as coisas aconteciam, como o tratamento e sua vida foram mudando ao longo do calendário, como o tempo foi passando. A narrativa segue em primeira pessoa, com os relatos partindo da própria Sophie. O que mais me desestabilizou na leitura foi a proximidade que enxerguei na Sophie: com recém-completos 23 anos, foi difícil não me colocar no lugar dela, pensar como seria a minha vida se eu, de uma hora para a outra, descobrisse que estava com câncer, e como lidaria com tudo isso. E, ao mesmo tempo, ver como ela romantizava os “jalecos brancos” (os médicos que entravam e saíam de sua vida), a paixão platônica pelo Doutor K., os comentários engraçados sobre o Doutor L. Foi muito difícil não me relacionar, não me colocar no lugar dela em determinados momentos, e esse foi um bom diferencial para a leitura.

O trabalho gráfico da editora é algo que eu também preciso comentar. Fiz questão de colocar inúmeras fotos do livro porque: estou apaixonada por esta edição. Um amigo meu já havia lido este livro e me mostrara que, nas orelhas, era possível encontrar as nove perucas de Sophie. Este foi um dos motivos que me deixou tão interessada pelo livro e que me fez optar por ser minha primeira leitura da editora. Perdi as contas de quantas vezes parava a leitura para abrir o encarte e rever qual era o visual da peruca que ela estava comentando. Tantas foram as vezes, na verdade, que a lombada já começou a descolar um pouco na parte da frente – é a vida.

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Mas nem tudo são flores, e também tem os pontos negativos. Em alguns pontos do livro, achei a história um pouco confusa e ficava meio perdida. No começo achei que talvez fosse pela tradução da editora, mas depois de um ponto comecei a mudar a minha suspeita para a própria escrita da Sophie. Em um momento ela está num determinado lugar, com determinada pessoa, e no parágrafo seguinte já é uma situação completamente diferente, sem ter uma transição. As idas e vindas no tempo também m deixaram um pouco perdida vez ou outra. Infelizmente também me deparei com alguns erros de revisão da editora, coisas que não poderiam ter deixado passar, e que me deixavam com a pulga atrás da orelha enquanto lia. Alguns eram erros bobos, que dava para perdoar, mas peguei dois ou três erros mais fortes, que realmente me incomodaram.

Em síntese, foi uma ótima leitura. Mesmo com um tema forte e que poderia ter sido, se escrito de outra maneira, desagradável de ler, a Sophia apresenta a vida de uma paciente de câncer (ou “paciente de quimioterapia”) de uma nova perspectiva, a sua, e isso deixa a leitura mais leve e fluida. Sim, me angustiei com ela, mas também sorri. E por isso, queridos e queridas, foi uma leitura que valeu a pena.

Novos na Família #5.1

Olá, pessoas da Terra!

Pelo meu cronograma, este post deveria ter saído no dia 30 de setembro, mas só hoje consegui tempo, então vamos lá (risos). Ano passado, depois do aniversário do Submarino e da Black Friday, combinei com um amigo de juntarmos cinquenta reais por mês, cada um, para comprarmos livros esse ano. A ideia era juntar um dinheirinho e aproveitar as promoções, além de pagar à vista – o que dava desconto ano passado. Chamamos essa brincadeira de “O Projeto”, e fomos fiéis na coleta mensal. Optamos pelo aniversário do Submarino, pois as ofertas do ano passado foram bem melhores, e apenas sentamos e esperamos. Mas esquecemos um pequeno fator – a Bienal do livro. Acabamos gastando parte do dinheiro do Projeto na Bienal, mas ainda sobrou o bastante para gastarmos no aniversário do Submarino. O dia 15 de janeiro chegou, e com eles as promoções. Acabei aproveitando bem os descontos e promoções, e nisso fiz a minha maior compra de todos os tempos.

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Parceria: Editora Livros de Safra

Olá, galera bonita!

Uns tempos atrás havia informado pelo grupo do Confissões de um Leitor no Facebook que o blog havia fechado parceria com a Editoras Livro de Safra. Como ainda estava aguardando alguns detalhes serem acertados com a editora, ainda não havia oficializado aqui pelo blog. Mas acabei de receber o email com o último “ok”, e por isso venho aqui dizer “FECHAMOS NOSSA PRIMEIRA PARCERIA!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAH! *———–* ” (pausa para surtar aqui). E não é uma parceria qualquer, mas com uma editora que demonstra muito cuidado e primor em tudo o que faz. A Editora Livros de Safra foi criada oficialmente em 2010, apesar de uns dos sócios já ter idealizado o projeto em 1995. Iniciando os trabalhos com livros técnicos e administrativos, chegando inclusive a ser uma referência na área, a editora ampliou seu leque e passou a oferecer uma gama maior de livros e gêneros. Suas publicações se dividem em quatro selos, conforme seguem abaixo:

 logo-verde“A melhor forma de contar a sua história”. A Alfaiatar faz exatamente o que você quer, a gente dá uns palpites mas a decisão final e os investimentos são seus! A Alfaiatar é o nosso selo de prestação de serviços para autores e empresas, tudo é personalizado e sob medida. A diferença das outras que fazem livros para autores? A gente aluga o nosso cérebro e senso estético…

logo-laranja“Alguns têm algo a dizer, outros a vontade de saber”. A Da Boa Prosa faz livros de ficção e não-ficção metidos a best-seller, mas que não ferem a sua inteligência. Alguns dos livros deste selo são “Preciso Rodar o Mundo“, da modelo Michelli Provensi, “Outros Céus“, de Ricardo D’Addio, e um dos principais sucessos da editora, a trilogia “Deuses de Dois Mundos“, de PJ Pereira.

logo-vinho“O conhecimento busca a justiça, a justiça busca o conhecimento”. A Impressão Régia faz livros que discutem as leis, as regras, os costumes, a história e as interpretações. Este é o selo “técnico” da editora, com livros administrativos e tributários.

logo-verm“Livros que fazem o tico, o teco e a turma toda funcionar!” A Virgiliae faz livros de ficção e não-ficção metidos a inteligentes, mas que também querem vender bastante e esparramar ideias e conceitos. Dá para ser sofisticada e acessível. Entre seus títulos podemos encontrar “Confetes na Eira“, de Franca Treur, “Ego Trip“, de Roberto Bicelli, “Eu não sei ter“, de Marcelo Candido (sócio e editor-chefe da Livros de Safra), e “A Garota das Nove Perucas“, de Sophie van der Stap, e que já ganhou adaptação cinematográfica.

Alguns títulos me deixaram muito curiosa, entre eles os já citados “Preciso Rodar o Mundo”, “Confetes na Eira” e “Eu não sei ter”, além de “Talvez não tenha criança no céu” e “Um homem chamado Lobo“. Mas o que estou louca, louca, mas louca mesmo para ler, é “A Garota das Nove Perucas”. A história parece perfeita e toda a edição é um charme só, impossível não encantar.

E é isso aí. Para conferir mais dos livros da editora é só clicar aqui, e logo mais terei resenhas para vocês.

XOXO,

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Novos na Família #3

Heeey, pessoas!

O post era para ter saído quinta, mas me enrolei toda a não foi. Então, para não ficar com post duplo ontem, resolvi postar hoje. Depois do mega controle do mês passado, em que comprei apenas um livro (VICTORY! õ/), voltei ao meu eterno problema de comer os livros com os olhos e querer levar todos para casa. Não foi como a mega compra de maio, ainda bem, mas foi o bastante para aumentar ainda mais a “família”.

Ainda não terminei de ler todos os que comprei em maio, então é claro que ainda não consegui ler todos que comprei esse mês, apenas alguns. E vamos começar por esses:

BOX DESTINO – ALLY CONDIE

Sinopse do primeiro livro: Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander – bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade.Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés. Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.

Esses foram os únicos livros da compra do mês passado que já consegui ler. Queria comprar essa trilogia há quase um ano, pois vi a capa no Submarino e acabei me apaixonando. Algo na capa me chamou muito a atenção, fui ler a sinopse e achei muito interessante e, depois de quase um ano de espera, finalmente comprei. A verdade é que me decepcionei um pouco, estou na metade do último livro e não está sendo tudo aquilo que eu esperava, mas também não é uma má história. Eu apenas havia criado expectativas demais, que acabaram não sendo correspondidas.

ASSASSINATO NA CASA DO PASTOR – AGATHA CHRISTIE

Sinopse: Em plena forma – como aqui –, Agatha Christie é difícil de superar”. Saturday Review of Literature St. Mary Mead. Um pacato vilarejo onde há quinze anos não ocorre um homicídio e onde as pessoas discutem a vida alheia tomando chá. Quando um sangrento crime acontece em plena casa do pastor, o alvoroço é grande. O arrogante inspetor Slack é escalado para investigar o caso. O mistério também intriga uma discreta moradora que gosta de jardinagem e de observar pássaros de binóculo, mas cujo principal hobby é o estudo do comportamento humano: Miss Marple. A estreia da sagaz velhinha, o aparecimento de personagens inusitados e a engenhosidade da trama fazem deste romance de 1930 um dos clássicos de Agatha Christie.

Li apenas um livro da Agatha Christie, “Assassinato no Expresso do Oriente”, e me apaixonei completamente. Resultado? Decidi que ainda terei a coleção completa dela, todos os livros que eu puder encontrar, o que vai me levar um tempo e certo dinheiro. Esse é o terceiro livro dela a entrar na minha coleção, espero que muitos mais o sigam, já que não são tão caros assim, só preciso lembrar de adicionar à lista de compra 😀

CIDADE DO FOGO CELESTIAL (OS INTRUMENTOS MORTAIS) – CASSANDRA CLARE

Sinopse: ERCHOMAI, Sebastian disse. Estou chegando. Escuridão retorna ao mundo dos Caçadores de Sombras. Enquanto seu povo se estilhaça, Clary, Jace, Simon e seus amigos devem se unir para lutar com o pior Nephilim que eles já encararam: o próprio irmão de Clary. Ninguém no mundo pode detê-lo — deve a jornada deles para outro mundo ser a resposta? Vidas serão perdidas, amor será sacrificado, e o mundo mudará no sexto e último capítulo da saga Os Instrumentos Mortais.

Esse foi o livro “AI MEU DEUS EU PRECISO COMPRAR SOCORRO AAAH” desse mês. Amo “Os Instrumentos Mortais”, fui completamente conquistada em Cidade de Vidro” e mal posso esperar para ler o desfecho da história. Sei que vou sofrer e vou chorar e vou me acabar e vou me descabelar (e sim, tudo sem vírgula), mas não posso evitar. Preciso saber como acaba…

O LIVRO DA TRAIÇÃO (DEUSES DE DOIS MUNDOS #2) – PJ PEREIRA

Sinopse: Na continuação da saga “Deuses de Dois Mundos”, o ambicioso jornalista New continua a contar sua história. Ao mesmo tempo em que alcança a posição profissional que sempre quis, ele se vê dividido entre dois grupos poderosos, que podem lhe dar tudo que deseja ou deixá-lo sem nada. Paralelamente, na África ancestral, o grande babalaô Orunmilá e seu grupo partem em busca dos principes odus, única maneira de impedir que o controle do destino de homens e deuses caia nas mãos erradas. Uma traição permeia as duas histórias, que tem mais em comum do que se pode imaginar.

Esse livro tecnicamente não foi uma compra, sendo mais um “presente”. Fui a um evento da Editora Livros de Safra no começo do mês passado (ia fazer um post sobre isso, mas não consegui achar tempo, sorry >< ), que reuniu leitores e blogueiros para um contato mais pessoal com a editora. Foi um evento bem legal, pudemos conhecer um pouco mais sobre a editora e os livros que eles estão focando no momento, além de receber instruções para os blogueiros que conseguissem firmar parceria com a editora, e no fim do evento alguns livros foram sorteados. Eu não tenho sorte nenhuma, na vida, ever,  mas dessa vez ela resolveu aparecer e eu saí de lá com o livro “O Livro da Traição”, segundo volume da trilogia “Deuses de Dois Mundos”, do PJ Pereira, além de uma camiseta linda da Holics, que postarei a foto aqui outro dia. Agora é só conseguir o primeiro livro para poder ler, hehe.

EXTRAORDINÁRIO – R.J. PALÁCIO

Sinopse do primeiro livro: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.

E, fechando as aquisições do mês, me rendi aos encantos de “Extraordinário”. Já há algum tempo eu queria comprar, sempre ouvi muitas críticas positivas, então aproveitei um preço legal do Extra.com e acabei fechando a compra. Me encantei pela capa branca, mas acabei pegando nessa mesma, que era a que tinha disponível. Mal posso esperar para descobrir essa história também 😀

E foram esses os livros que entraram na coleção no mês passado. Não sei como as coisas serão esse mês, pois temos Bienal (yaaay, Bienal! õ/), mas meu bolso está torcendo por um post mais curto da próxima vez, hehe. Espero que tenham gostado, e deixem sugestões de livros que acham que eu deveria comprar ❤

XOXO,
Me.