Lista X – 10 Séries Baseadas em Livros

Alô, pessoas da Terra!

Há algum tempo eu queria fazer este post, mas nunca lembrava na hora em que sentava na frente do computador. A verdade é que eu sou tão viciada em séries quanto em livros, e por isso adoro quando vejo um livro indo parar na telinha da TV. Separei uma lista com algumas séries que foram baseadas ou inspiradas em livros, algumas que assisto e outras que só conheço pelo nome – mas que está valendo mesmo assim. E vamos lá 😀

Game of Thrones – As Crônicas de Gelo e Fogo

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A série “Game of Thrones“, um dos maiores sucessos do canal HBO, é baseada na obra de George R. R. Martin, “As Crônicas de Gelo e Fogo“. Com quatro temporadas finalizadas e a quinta confirmada para ter início em 12 de abril, a série é sucesso de audiência no canal, com 18,4 milhões de expectadores na quarta temporada. O sucesso da série vem confirmado pela aclamação do público e da crítica, e a série já ganhou 14 prêmios Emmy. O próprio autor está entre os produtores da série, participando mais ativamente na produção e direção de alguns episódios. A série retrata a guerra sangrenta entre as famílias nobres de Westeros pelo controle do Trono de Ferro, que dará ao seu ocupante o domínio por todos os Sete Reinos. Ao mesmo tempo, acontecimentos no Norte, além da Muralha, e ao Leste, no continente de Essos, prometem tornar a vida dos moradores de Westeros ainda mais difícil. Apesar de muitos fãs do livro criticarem algumas alterações feitas na série, consigo gostar das duas mídias do mesmo jeito, e só não terminei a quarta temporada por pura preguiça.

The Vampire Diaries – Diários do Vampiro

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A série de livros “Diários do Vampiro“, da autora estadunidense L. J. Smith, foi usada como inspiração por Julie Plec e Kevin Williamson para criar a série de TV “The Vampire Diaries“, que está em sua sexta temporada e já foi renovada até a sétima. Tendo lido os quatro primeiros livros da série e assistido até a metade da quarta temporada, posso confirmar que, apesar de ter se originado nos livros de L. J. Smith, a série de livros serviu mais como uma inspiração do que como um guia fiel, pois as diferenças entre as duas obras são visíveis e gritantes. É um dos poucos casos em que eu acabei gostando mais de uma adaptação do que do original, já que gostei mais da série que dos livros. “A série segue os eventos de Mystic Falls, Virginia, uma pequena cidade fictícia assombrada por seres sobrenaturais. O foco principal da série é o triângulo amoroso entre a protagonista, Elena Gilbert (Nina Dobrev) e os irmãos, Stefan (Paul Wesley) e Damon Salvatore (Ian Somerhalder).”. O sucesso da série fez com que ela ganhasse um spin-off, “The Originals“, focada na família Mikaelson.

True Blood – As Crônicas de Sookie Stackhouse

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Outra aposta da HBO foi na série de 13 livros de Charlaine Harris, “As Crônicas de Sookie Stackhouse“, que também envolve o universo dos vampiros, mas de forma mais “adulta”, por assim dizer. Em um mundo em que os vampiros cansaram de se esconder nas sombras e passaram a viver como membros da sociedade, graças à criação do “Tru Blood”, um sangue sintético que permite a alimentação alternativa dos sanguessugas, os moradores da pequena cidade de Bon Temps passam por certas dificuldades para aceitar estes novos tempos. A série é focada em Sookie Stackhouse, uma telepata que se apaixona pelo vampiro Bill Compton. Assim como outras séries da HBO, eu não diria que é exatamente uma série “familiar”, já que envolve cenas de violência, sexo e drogas. Apesar de ter gostado bastante das duas primeiras temporadas e ter gostado da terceira e da quarta, acabei desanimando no começo da quinta e desisti da série sem aguardar o fim.

Pretty Little Liars

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Os livros de Sara Shepard serviram de inspiração para I. Marlene King criar a série homônima, “Pretty Little Liars“. A série, focada no público teen, tem sua trama centrada em um grupo de amigas que, um ano após o sumiço da “líder” de seu grupo, Alison, começam a receber mensagens anônimas de “-A”, uma pessoa que parece saber todos os seus segredos, segredos que apenas Alison poderia saber, e ameaça expô-los.

The Secret Cirle – O Círculo Secreto

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Outra série de L. J. Smith adaptada para a TV, “The Secret Circle” foi cancelada após apenas a primeira temporada, por causa de sua baixa audiência. Com Kevin Williamson e Andrew Miller como criadores da série, TSC foi ao ar pela primeira vez em 15 de setembro de 2011, pela CW – mesmo canal de The Vampire Diaries. A série segue a vida de Cassie Blake, uma garota normal que tem sua vida virada de cabeça para baixo quando sua mãe morre em um suposto acidente. Cassie se muda para uma pequena cidade, para morar com sua avó, e aos poucos descobre um grande segredo: ela faz parte de uma linhagem de bruxas, e alguns de seus colegas de classe estavam esperando sua chegada, para completarem a nova geração do Círculo Secreto.

Under the Dome – Sob a Redoma

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Baseada no romance homônimo de Stephen King, a série “Under the Dome” foi desenvolvida por Brian K. Vaughan e vai ao ar pela emissora CBS. Com a segunda temporada finalizada e a terceira renovada para 2015, a série retrata a vida dos moradores da pequena cidade de Chester’s Mill, no Maine, que um dia acordaram e se depararam com uma estranha barreira rodeando toda a cidade, isolando-os do resto do mundo. Toda comunicação com o mundo exterior foi cortada e o pânico se instalou na cidade, afetando praticamente a todos. Um pequeno grupo de moradores resolve fazer o possível para manter a ordem na cidade, descobrir o que é aquela cúpula e como escapar de lá.

Gossip Girl

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Outra série da CW que foi baseada em livros é “Gossip Girl“, que teve sua origem nos livros de Cecily von Ziegesar. Finalizada na sexta temporada e com 121 episódios, a série acompanha a vida dos alunos das escolas de elite do Upper East Side de Manhattan, através do blog Gossip Girl. “A série, sobre jovens estudantes das escolas de elite no Upper East Side de Manhattan em Nova York, segue quando Serena van der Woodsen retorna à cidade após ter ficado seis meses fora em um internato e se mantido fora do alcance de amigos e conhecidos. Os acontecimentos e histórias de cada personagem são narrados em um site por uma blogueira anônima, que atende pelo pseudônimo ‘Gossip Girl‘”

The Lying Game

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Da mesma autora de Pretty Little Liars, “The Lying Game” ganhou adaptação para a TV pela ABC Family. A série gira em torno de duas irmãs gêmeas, que foram separadas ao nascer e, ao se reencontrarem, acabam assumindo a identidade uma da outra. Assim como em PLL, há uma série de dramas, segredos e reviravoltas envolvidos na história, mas a série não chegou a avançar muito e foi cancelada em sua segunda temporada.

Orange is the New Black

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O livro de memórias de Piper Kerman foi utilizado para criar a série homônima “Orange is the New Black“, que é produzida e distribuída pela Netflix. Uma comédia dramática, com uma boa dose de humor negro, recebeu boas críticas e já tem sua terceira temporada confirmada. A série conta a história de Piper, que foi sentenciada a cumprir quinze meses em uma prisão feminina federal por se envolver no transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

The 100 – The 100: Os Escolhidos

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Outra série de livro que foi adaptada para a TV pela CW, “The 100” foi escrita por Kass Morgan. Seu romance distópico conta a história de um futuro em que a humanidade foi quase extinta após uma guerra nuclear, restando apenas 400 sobreviventes que se abrigaram em estações espaciais. Anos após a fuga dos humanos da Terra, a população aumentou, mas eles estão enfrentando problemas com a falta de recursos. Quando a situação já está quase fora de controle, cem jovens, prisioneiros por crimes cometidos na Arca (espaço que reúne todos os moradores das antigas estações espaciais), são enviados para a Terra, para descobrirem se a mesma já está habitável novamente. A série já está na sua terceira temporada, e o lançamento do terceiro livro está previsto para este ano.

Bônus: Elementary / House M.D. / Sherlock – Sherlock Holmes

elementary-10 HOUSE -- Pictured: Hugh Laurie as Dr. Gregory House -- NBC Photo: Timothy White sherlock1

E eu não poderia deixar de incluir aqui as inúmeras, infinitas, INFINDÁVEIS séries que foram baseadas em Sherlock Holmes, personagem de sir Arthur Conan Doyle. Seja em referências mais diretas, como em “Sherlock” e “Elementary“, ou mais sutis, como “House M.D.“, “Monk” e tantas outras séries sobre detetives, não há como negar que Sherlock Holmes ainda é uma grande fonte de inspiração do gênero, e um sucesso até hoje.

E é isso aí, espero que tenham gostado da lista! Alguma série que vocês acompanham, que foi baseada em livros, e eu esqueci de colocar na lista? Deixem nos comentários 🙂

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Li até a página 100 e… #9 – A Vingança dos Sete [Pittacus Lore]

Olá, pessoas da Terra!

Sei que ainda não consegui colocar o blog em dia, mas farei o possível para conseguir isso antes do fim do mês. A correria de fim de ano emendou com a correria no trabalho e fiquei um pouco perdida, mas vou tentar me organizar. Para hoje, volto com a tag “Li até a página 100 e…”, que foi criada pela Cibelle, do blog “Eu leio, eu conto“. Para mais informações de como participar da tag, é só acessar o blog dela 😀

Desde novembro de 2013, estava louca por “A Vingança dos Sete”. Fiquei aguardando o lançamento por mais de um ano e, quando o livro foi lançado, percebi que não lembrava muita coisa e resolvi reler a série. Reli os quatro primeiros livros e… FIQUEI DE RESSACA LITERÁRIA! Meu pai amado, nunca tive uma ressaca literária tão forte quanto essa, já passamos da metade do mês e ainda não consegui ler UM livro inteiro. Estou travada há dias no “A Vingança dos Sete”, mas hoje finalmente cheguei à centésima página. E vamos lá…

Primeira frase da página 100:
“O pôr do sol nos Everglades seria lindo se não fosse pela enorme nave de guerra mogadoriana tapando o horizonte.”

Do que se trata o livro:
Este é, na verdade, o quinto livro da série Os Legados de Lorien. Nesta série, o planeta Lorien foi invadido pelos mogadorianos e os únicos sobreviventes foram nove crianças e seus Cêpans, algo como seus guardiões, que fugiram em uma nave antes que a invasão terminasse e acabaram chegando à Terra. A ideia era que eles crescessem e se fortalecessem, desenvolvessem seus Legados (algo como poderes especiais) e então fossem atrás dos mogadorianos, acabassem com a guerra e retornassem ao seu planeta para revivê-lo. Mas os mogadorianos seguiram os lorienos até a Terra e começaram a caçá-los um a um. Depois de anos de fuga e medo, os membros da Garde – as crianças ainda sobreviventes, as que não foram mortas pelos mogadorianos – finalmente se reuniram e começam a travar a batalha contra seus inimigos.

O que está achando até agora?
Os três primeiros livros tinham uma energia incrível, a ação e a adrenalina ia subindo em um ritmo cada vez mais alucinante, com um livro mais envolvente e agitado que o outro. O quarto livro, apesar de eu ainda achar incrível, teve uma diminuição nesse ritmo, não seguindo a mesma subida dos anteriores, mas o quinto livro parece estar retomando isso. Sim, eu sei que falei que estou travada, que não estou conseguindo ler, mas acho que o problema não está no livro, e sim em mim. Pelo pouco que consegui ler, já vi que o livro está retomando aquele frenesi do segundo e principalmente do terceiro livro, então mal posso esperar para superar meu bloqueio e avançar na leitura.

O que está achando da personagem principal?
Apesar de o primeiro livro ter o John Smith, ou o Número Quatro, como protagonista, do segundo livro em diante nós começamos a ter narrativas por diferentes pontos de vista, e acho que isso quebra um pouco a questão de “personagem principal”. Dos personagens que tiveram POV nesse começo do livro, só me irrito um pouco com o John em alguns momentos, por causa do seu complexo de “Super Homem”, a personificação do herói, do bonzinho, do mocinho, do AAAARGH – chato. O John tem uns momentos bem legais, confesso, mas ele também consegue ser irritante – principalmente quando está com a sara (~fazendo um revólver com a mão e atirando na cabeça~). A Ella é um amorzinho e estou adorando o POV dela, tem sido bem interessante ver as coisas sob a ótima da mais nova Garde, ainda mais porque este foi o primeiro livro a apresentar a história pelo POV dela. E a Seis, não tenho nem o que dizer – uma das minhas personagens preferidas, amo essa menina! Ela é forte, decidida, independente e durona, mas é possível perceber seu lado mais frágil por baixo de toda essa armadura. Ela é real, verdadeira, e amo isso nela.

Melhor quote até agora:
Quase tive uma crise de riso no metrô com essa passagem, então:

– Escondendo-se atrás de seus bichos de estimação! – vocifera o mog. – Vergonhoso. Lute com honra, menino. Chega de truques.
Ergo a mão e sorrio para ele ao notar os pássaros chegando de todas as direções.
– Espere. Só mais um truque.
É então que o rinoceronte cai do céu. (página 85)

Vai continuar lendo:
Sim. Espero destravar em breve e finalmente terminar esse livro.

Última frase da página:
“- Brigar não vai nos levar a lugar algum.”

Confesso que li: Wake [Resenha]

Autora: Lisa McMann
Editora: Novo Século
ISBN: 9788576793403
Páginas: 205
Título Original: Wake
Série: Trilogia Wake (Wake Trilogy)
Nota:
 2 Estrelas

Sinopse: Para Janie, uma garota de 17 anos, ser sugada para dentro dos sonhos de outras pessoas está se tornando normal.
Janie não pode contar a ninguém sobre o que acontece com ela – eles nunca acreditariam, ou pior, achariam que é uma aberração. Então, ela vive no limite, amaldiçoada com uma habilidade que não quer e não pode controlar.
Mas, de repente, Janie acaba presa dentro de um pesadelo horrível, que lhe causa um imenso terror. Pela primeira vez, ela deixa de ser expectadora e se torna uma participante…

“Wake” é aquele tipo de livro que tinha de tudo para ser um sucesso no seu gênero. Lembro de me deparar com o livro no Submarino, ficar interessada pela capa, ler a sinopse no Skoob e ficar PIRADA pelo livro. Já marquei a trilogia na minha lista de desejados e vez ou outra ficava relendo a sinopse do primeiro livro, pensando em quando finalmente poderia ler. No meu último aniversário, ganhei a trilogia de presente de uma amiga minha (oi, Via! ❤ ) e comecei a ler alguns dias depois. Foi quando todo o meu ânimo foi por água abaixo.

O livro conta a história de Janie, uma garota que, desde sua infância, é sugada para o sonho das pessoas e se torna uma observadora passiva até que algo faça com que a pessoa acorde. O livro é narrado em terceira (e algumas vezes primeira) pessoa e no tempo presente, o que fez com que eu demorasse um pouquinho até pegar o ritmo de leitura, já que não estou tão acostumada a este tipo de narrativa. Apesar de ter uma premissa fantástica, achei todo o desenvolvimento da história muito fraco – o que é uma pena. Eu esperava que a situação dos sonhos fosse mais explorada, ou talvez explorada de uma forma diferenciada, mas achei que tudo ficou um pouco confuso ou mal explicado. Tinha uma imagem na minha mente e ela passou longe do que a autora trabalhou em seu livro, mas bem, bem longe. Isso acontece muitas vezes e geralmente não ligo, mas, pelo menos neste caso, achei que a história que tinha imaginado na minha cabeça era bem mais legal do que a que eu encontrei nas páginas.

Uma das coisas que me fez desanimar muito durante a leitura foi a (falta de) construção dos personagens. Ok, não esperava nada tão complexo ou fantástico quanto o Mr. Darcy (ah, Darcy ❤ ), mas as crias de McMann deixaram a desejar, pelo menos para mim. Não que os personagens seguissem a linha dos clichês ou esteriótipos (pelo menos não os dois principais, pois outros personagens foram bem clichês sim), felizmente, mas achei tudo muito… superficial, por assim dizer. Não havia um desenvolvimento maior ou camadas, algo a ser descoberto com o tempo. A impressão que eu tinha era que estava lendo sobre criaturas unilaterais, mesmo com a tentativa da autora de criar um histórico sombrio e misterioso para um ou outro personagem. Também não conseguia entender as súbitas mudanças de humor da protagonista, que parecia ir da água para o vinho sem motivo algum. Em um segundo ela estava bem, em outro estava gritando com sua melhor amiga como se tivesse sido atacada primeiro, e eu só conseguia me perguntar se tinha faltado algum trecho da história no meu livro.

A interação de Janie e Cabel também é algo que nunca conseguirei entender direito. Lembro de uma situação específica em uma viagem escolar, em que algo “ai meu Deus” aconteceu (não vou dar spoiler, hehe), e a reação dele foi tão exagerada e tão extrema que eu realmente não consegui acreditar. Não faria sentido algum ele reagir daquele jeito ou chegar àquela conclusão com as pouquíssimas informações que possuía, e me parecia que a autora queria aquela situação, mesmo que não fizesse sentido algum na história ou no momento, e isso para mim não tem desculpa.

Mas infelizmente não foi apenas a pobreza dos personagens que me desanimou, já que a escrita também não me conquistou nem um pouco. Sei que nem todo mundo precisa ser um Tolkien da vida e passar uma página descrevendo o tom de verde da grama de uma campina por onde tal personagem iria passar (não, não li Tolkien, mas está na lista), mas a Lisa não nos dá quase nenhuma descrição e isso é um pouco frustrante. O livro é composto por frases curtas e diretas, muitas vezes diretas até demais. E há um trabalho de dividir alguns trechos em parágrafos, para querer dar um impacto maior àquelas poucas palavras envolvidas, que eu achei que na maioria dos casos simplesmente não funcionou muito bem.

Para acabar (juro que já estou acabando), o outro problema que tive com o livro foram os muitos erros de tradução e revisão – tipo, muitos mesmo. Não li muitos livros da editora, para saber se é um problema geral ou pontual, mas fiquei realmente desorientada com alguns erros que encontrei. Com os erros de tradução, em alguns casos eu conseguia imaginar qual tinha sido a expressão utilizada pela autora e qual seria a tradução correta, e ficava incomodada por saber que tinham colocado uma tradução completamente aleatória. Como quando colocaram “Ele põe a mão nas pequenas costas dela […]”, e em inglês a autora colocou “He slips his hand onto the small of her back” (sim, fui procurar como estava no original, para não acabar falando besteira), o que seria traduzido para algo como “na base das costas”, não “nas pequenas costas”. Em outros erros de tradução, eu simplesmente ficava boiando e só sabia que alguma coisa estava errada porque a frase não fazia muito sentido do jeito que estava. Também me deparei com muitos erros de digitação e revisão, como “algúem” e “denovo”, que foram os casos que lembrei de registrar com a câmera do celular. Pode-se somar a isso uma mudança constante no foco do narrador (apesar de ser narrado em terceira pessoa, não são poucos os casos em que você pode se deparar com uma mudança para primeira pessoa, sem justificativa alguma, no meio de um parágrafo que, até então, narrava na terceira pessoa) e uma confusão na indicação de falas, pensamentos e narrativa, o que te faz ter que reler um trecho ou outro, para descobrir qual era o intuito ali. A bagunça era tanta que eu já não sabia mais dizer o que era falha da autora ou da editora.

Em síntese, foi uma leitura muito infeliz e eu, honestamente, não recomendaria este livro a ninguém. Continuei lendo a trilogia, porque não consigo abandonar uma leitura, e posso dizer que o terceiro livro fica um pouquinho melhor, mas não o bastante para valer a leitura da trilogia completa.

Confesso que li: 3096 Dias [Resenha]

Autor: Natascha Kampusch
Editora: Verus
ISBN: 9788576861072
Páginas: 225
Título Original: 3096 Tage
Nota: 3 Estrelas

Sinopse: Natascha Kampusch sofreu o destino mais terrível que poderia ocorrer a uma criança: em 2 de março de 1998, aos 10 anos, foi sequestrada a caminho da escola. O sequestrador – o engenheiro de telecomunicações Wolfgang Priklopil, a manteve prisioneira em um cativeiro no porão durante 3.096 dias. Nesse período, ela foi submetida a todo tipo de abuso físico e psicológico e precisou encontrar forças dentro de si para não se entregar ao desespero. Natascha Kampusch fala abertamente sobre o sequestro, o período no cativeiro, seu relacionamento com o sequestrador e, sobretudo, como conseguiu escapar do inferno, permitindo ao leitor compreender os processos de transformação psicológica pelos quais passa uma pessoa mantida em cativeiro, sofrendo todo tipo de agressão física e mental imaginável.

Talvez essa tenha sido uma das resenhas mais difíceis que tentei escrever até hoje, simplesmente porque não é fácil escrever uma resenha sobre uma história tão sofrida e difícil quanto a da Natascha. Estou acostumada a ler ficção, histórias de “faz-de-conta”, em que você sabe que o vilão é de mentirinha e tudo fica para trás quando você fecha o livro, então foi extremamente difícil ser confrontada por essa realidade. O relato começa na primeira infância de Natascha, quando ela apresenta o mundo que conhecia como criança, sua relação com seus pais e sua família, e como isso foi mudando aos poucos conforme ela crescia. De princesa da família, a adorável caçula, ela passou a uma criança tímida e introvertida, acima do peso e com problemas de autoestima. Os problemas e desafetos em casa desenvolveram nela um desejo por independência e liberdade, idealizando seus 18 anos como a idade em que sua vida mudaria, pois já seria uma adulta. Mas um dia, na primeira vez em que estava indo sozinha de casa para a escola, todos os seus sonhos e planos foram interrompidos por Wolfgaang Priklopil, que a sequestrou e a levou para um cativeiro – seu lar pelos próximos oito anos.

O livro foi escrito alguns anos após a fuga de Natascha e morte de seu sequestrador – que se suicidou no mesmo dia, provavelmente para não ser capturado pelas autoridades locais -, e mostra não apenas suas memórias, mas a análise que ela própria faz de tudo aquilo que viveu e experimentou nos longos anos de cativeiro. O tipo de análise que ela apresenta sobre suas ações e reações (como sua mente acabou regredindo nos primeiros dias de cativeiro, voltando a ter a percepção de mundo de uma criança de 4, 5, anos, e como isso permitiu que ela sobrevivesse às primeiras semanas, etc), além de diversos comentários que ela apresenta durante o livro, evidencia a busca pelo conhecimento teórico daquilo que ela vivenciou na prática, talvez como uma tentativa de compreender tudo o que lhe ocorreu durante aqueles anos. Ela discorre sobre tortura psicológica e física, apresentando as causas e consequências do que vivenciou no cativeiro, como determinada ação do sequestrador tinha um efeito específico sobre seu corpo e sua mente. Podemos ver a transformação que ela sofreu ao longo dos anos, como foi privada de sua liberdade e autoconfiança, como foi “trabalhada” pelo sequestrador até que ela se aproximasse daquilo que ele considerava ideal e, como mesmo assim, não era o bastante para ele.

Apesar de ser uma leitura um pouco mais pesada, me vi envolvida pela história de Natascha desde o momento em que ela relata o sequestro, não conseguindo deixar o livro de lado até terminar a última página. Em alguns momentos, principalmente quando ela começa a relatar os abusos físicos que sofria, com repetidas surras e maus tratos, me dava uma vontade de deixar o livro de lado por alguns momentos, nem que fosse para ler algumas páginas de alguma coisa mais “leve” e conseguir respirar um pouco, mas estava ansiosa para chegar ao ponto em que as coisas mudariam, em que todo aquele sofrimento seria deixado para trás, e era basicamente isso que me impulsionava – a certeza de que o caos na vida de Natascha chegaria ao fim e o desejo de chegar logo a essa parte.

Não foi uma das melhores leituras do meu ano, nem uma das mais prazerosas, mas “3096 Dias” realmente traz uma análise diferenciada sobre o comportamento humano, não apenas sobre a transformação de Natascha, mas de sua própria análise de Wolfgaang. A escrita parece ser, ao mesmo tempo, o relato da pequena Kampusch, descrevendo todo seu tormento, e a análise clínica de um observador externo, o que em alguns momentos me deixava um pouco desconcertada. No geral, foi uma boa leitura, e agradeço à Manu por me proporcionar esta experiência.

Os números de 2014

Alô, pessoas da Terra!

Demorei, mas voltei. E voltei já em clima de “ano novo, vida nova”, mas ainda avaliando o que aconteceu ano passado. Por isso, achei muuuuuito legal quando vi que o WordPress disponibiliza para os blogueiros um apanhado geral do que foi o ano de cada um, e resolvi compartilhar aqui com vocês. É só clicar no link ali embaixo que ele vai mostrar tudinho.

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 4.300 vezes em 2014. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

Um muitíssimo obrigada a todos que participaram do meu 2014 aqui no blog, vocês tornaram meus dias bem mais alegres e me senti realizada por conseguir colocar esse sonho em ação. E é isso aí, acabou a folga, amanhã já estou de volta com os posts regulares.

XOXO!

Lista X: Um ano de leitura

Oláááááá, pessoas bonitas! õ/

O ano está acabando, e chega aquela hora de avaliar tudo o que passou e projetar o que está por vir. Como leitora que sou, não posso deixar de relembrar todas as minhas leituras desse ano, então pensei: por que não listá-las no blog? Adiantei o post de “Novos na Família” para deixar o dia de hoje livre, e fazer o último post do ano, listando todos os livros que li em 2014. E vamos lá 😀

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Janeiro

1. O Lado Bom da Vida (Matthew Quick)

2. Divergente (Veronica Roth)

3. Não Sou Meu (Walter Kaschel)

4. Insurgente (Veronica Roth)

5. Razão e Sensibilidade (Jane Austen)

6. A Pirâmide Vermelha (Rick Riordan)

Fevereiro

7. The Red Pyramid (Rick Riordan) – inglês

8. The Throne of Fire (Rick Riordan) – inglês

9. A Última Canção de Bilbo (J. R. R. Tolkien)

10. Divergent (Veronica Roth) – inglês

11. The World of Veronica’s Roth Divergent Series

12. O Monstro (Fabio Coala)

13. Free Four (Veronica Roth) – inglês + pdf

14. The Transfer (Veronica Roth) – inglês + pdf

15. Armandinho Um (Alexandre Beck)

Março

16. Insurgent (Veronica Roth) – inglês

17. Allegiant (Veronica Roth) – inglês

18. A Seleção (Kiera Cass)

19. A Elite (Kiera Cass)

20. Contos da Seleção (Kiera Cass)

21. The Serpent’s Shadow (Rick Riordan) – inglês

22. A Filosofia de Tyrion Lannister

Abril

23. A Estrela Mais Brilhante do Céu (Marian Keyes) – resenha publicada

24. Legend (Marie Lu)

25. Mau Começo (Lemony Snicket)

26. A Sala dos Répteis (Lemony Snicket)

27. O Lago das Sanguessugas (Lemony Snicket)

28. Serraria Baixo-Astral (Lemony Snicket)

29. Inferno no Colégio Interno (Lemony Snicket)

30. O Elevador Ersatz (Lemony Snicket)

Junho

31. A Cidade Sinistra dos Corvos (Lemony Snicket)

32. O Hospital Hostil (Lemony Snicket)

33. O Espetáculo Carnívoro (Lemony Snicket)

34. O Escorregador de Gelo (Lemony Snicket)

35. A Gruta Gorgônea (Lemony Snicket)

36. A Escolha (Kiera Cass)

37. O Penúltimo Perigo (Lemony Snicket)

38. O Fim (Lemony Snicket)

Junho

39. Wild Cards: O Começo (George R. R. Martin) – resenha publicada

40. Como Dizer Adeus em Robô (Natalie Standiford) – resenha publicada

41. Princesa Adormecida (Paula Pimenta) – resenha publicada

Julho

42. Wild Cards: Ases nas Alturas (George R. R. Martin) – resenha publicada

43. O Poderoso Chefão (Mario Puzo) – resenha publicada

44. Destino (Ally Condie) – resenha publicada

45. Travessia (Ally Condie) – resenha publicada

46. Broken Hart (Ella Fox) – pdf

Agosto

47. Conquista (Ally Condie) – resenha no blog

48. Armandinho Dois (Alexandre Beck)

49. Armandinho Três (Alexandre Beck)

50. Cidade do Fogo Celestial (Cassandra Clare)

51. Extraordinário (R. J. Palacio) – resenha publicada

52. O Jogo Infinito (James Dashner) – resenha publicada

53. Anjo Mecânico (Cassandra Clare) – resenha publicada

Setembro

54. Correr ou Morrer (James Dashner) – resenha publicada

55. Prova de Fogo (James Dashner) – resenha publicada

56. A Cura Mortal (James Dashner) – resenha publicada

57. Príncipe Mecânico (Cassandra Clare) – resenha publicada

Outubro

58. 3096 Dias (Natascha Kampusch) – resenha publicada

59. Quando uma Garota Entra em um Bar (Helena S. Paige)

60. Belo Desastre (Jamie McGuire)

61. Princesa Mecânica (Cassandra Clare) – resenha publicada

62. O Códex dos Caçadores de Sombras (Cassandra Clare) – resenha publicada

63. A Garota das Nove Perucas (Sophie van der Stap) – resenha publicada

64. Os Três (Sarah Lotz) – resenha publicada

65. As Melhores Mentirinhas 2 (Fabio Coala)

66. Wake (Lisa McMann) – resenha publicada

Novembro

67. Fade (Lisa McMann) – resenha publicada

68. Gone (Lisa McMann) – resenha publicada

69. Vingança da Maré (Elizabeth Haynes)

70. As Crônicas de Bane (Cassandra Clare) – resenha publicada

71. Perdão, Leonard Peacock (Matthew Quick) – resenha publicada

72. A Esperança (Suzanne Collins)

Dezembro

73. Preciso Rodar o Mundo (Michelli Provensi) – resenha publicada

74. Tigres em Dias Vermelhos (Liza Klaussmann)

75. Eu sou o Número Quatro (Pittacus Lore)

76. O Poder dos Seis (Pittacus Lore)

77. A Ascensão dos Nove (Pittacus Lore)

Essa foi a lista de 2014, e que venham muitos mais em 2015 ❤

Novos na Família #8 – O último do ano

Felizmente, sigo firme e forte em meu propósito de não comprar livros enquanto não ler pelo menos metade do que já tenho acumulado aqui em casa. A única exceção que me permiti foi comprar continuações de séries que eu já acompanho e, desta forma, só comprei um livro este mês.

A VINGANÇA DOS SETE – PITTACUS LORE

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Sinopse: O pior deveria ter acabado. Estávamos reunidos depois de uma década longe. Descobriríamos a verdade sobre o nosso passado. Estávamos treinando e ficando mais fortes a cada dia. Estávamos até feliz… Nunca imaginamos que os Mogadorianos pudessem transformar um dos nossos contra nós mesmos. Fomos tolos ao confiar em Cinco. E agora Oito está perdido para sempre. Eu faria qualquer coisa para trazê-lo de volta, mas isso é impossível. Em vez disso, vou fazer o que for preciso para destruir cada um deles. Eu passei a minha vida inteira me escondendo deles, e eles levaram tudo de mim. Mas isso vai acabar agora. Nós vamos levar a batalha até eles. Temos um novo aliado que conhece suas fraquezas. E eu, finalmente, terei o poder de revidar.

Pegaram Número Um na Malásia.
O Número Um foi capturado na Malásia.
O Número Dois, na Inglaterra.
Número Três, no Quênia.
E o Número Oito, na Flórida.
Eles mataram todos eles.

Eu sou a Número Sete.

Vou fazê-los pagar.

Este foi um dos meus lançamentos mais aguardados de 2014, e não acreditei quando finalmente coloquei as mãos nele. Mas, como tenho uma memória de peixinho dourado e li o quarto livro em novembro do ano passado, resolvi reler todos os livros da série antes de começar a ler “A Vingança dos Sete”. Assim que colocar em dia as resenhas dos outros livros que já li nesse meio tempo, começo a postar as resenhas da série Os Legados de Lorien 😀

Sobre fim de ano e tempo

Fundo de ano novo

Adeeeeeus Ano Velho, feliiiiiiz Ano Novo ♪ Ok, posso estar alguns dias adiantada, mas a correria de fim de ano já me alcançou. O fim do ano é sempre uma época maluca e fico me desdobrando para dar conta de tudo, por isso meu tempo disponível para o blog diminuiu um pouco.

Sempre passo a virada em casa, na internet, mas este ano alguns amigos me convenceram a descer com eles para a praia. Para não deixar o blog completamente inativo, programarei algumas postagens para esse meio tempo, não deixando tudo às moscas. E no dia 5 estarei de volta, respondendo e retribuindo todos os comentários.

Desde já, deixo meu desejo de um ótimo 2015 a todos que acompanham o blog, que seja um ano de muitas alegrias, muito sucesso e muitas leituras. Obrigada por terem alegrado tanto meu 2014, espero vê-los novamente em 2015 ❤

Lista X: 5 livros para ler no Natal

HO HO HO, FELIZ NATAL! (atrasado)

Queria ter feito este post ontem, mas não consegui encontrar tempo com a correria do feriado. Mesmo assim, desejo um Feliz Natal a todos que estão lendo este post e a todos que acompanham o blog, vocês são uns lindos ❤

Apesar de estar um pouco atrasado para o Natal de 2014, podemos considerar um post adiantado para o Natal de 2015, então vamos para uma lista de 5 livros para se ler em época de Natal. Infelizmente ainda não li nenhum desses, mas fiz um compilado com algumas informações que fui achando pela internet e selecionei os que mais me interessaram 😀

5. O Natal de Poirot (Agatha Christie)

Véspera de Natal. A reunião da família Lee é arruinada pelo barulho ensurdecedor de móveis sendo destroçados, seguido de um grito agudo e sofrido. No andar de cima, o tirânico Simeon Lee está morto, numa poça de sangue, com a garganta degolada. Mas quando Hercule Poirot, que está no vilarejo para passar o Natal com um amigo, se oferece para ajudar, depara-se com uma atmosfera não de luto, mas de suspeitas mútuas. Parece que todos tinham suas próprias razões para detestar o velho…

4. As Cartas do Pai Natal (J. R. R. Tolkien)

4Em cada Dezembro, os filhos de J. R. R. Tolkien recebiam um envelope com um selo do Pólo Norte. Lá dentro, estava uma carta numa estranha letra aracnóide e um desenho belamente colorido.
As cartas eram do Pai Natal.
Elas contavam maravilhosas histórias da vida no Pólo Norte: desde a forma como o Pai Natal preparava os brinquedos às travessuras com que o seu Urso Polar o atrasava, desde os amigos que frequentavam a sua casa (Bonecos de Neve, Elfos, Ursos das Cavernas e um Homem da Lua) até às batalhas com os maléficos duendes que ameaçavam a saída do mais famoso trenó.
Por vezes também o Urso Polar rabiscava alguma nota, ou então era o Elfo Ilbereth que escrevia na sua elegante letra floreada, acrescentando ainda mais vida e humor às histórias.
Este volume reúne as cartas e os desenhos com que a imaginação de Tolkien fecundou a dos filhos. Nenhum leitor, criança ou adulto, deixará de ficar encantado com a inventividade e a «autenticidade» destas Cartas do Pai Natal.

3. O Expresso Polar (Chris Van Allsburg)

Na véspera de Natal, um menino ouve um barulho que vem do lado de fora de casa. Quando ele olha pela janela, descobre que há um enorme trem parado logo em frente: é o Expresso Polar, que irá conduzi-lo numa viagem de sonho e fantasia rumo ao Pólo Norte, residência oficial do Papai Noel. Marcado pela simplicidade da história e pelas magníficas ilustrações de Chris Van Allsburg, “O Expresso Polar” é um clássico natalino que nunca sai de moda, e que, apesar de ter sido lançado originalmente em 1985 e ter vendido milhões de cópias em todo o mundo, ainda hoje, quase vinte anos depois, é o atual nº 1 na lista dos mais vendidos do jornal New York Times.

2. Deixe a Neve Cair (John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle)

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Na noite de natal, uma inesperada tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para insuspeitos encontros românticos. Em Deixe a neve cair, bem-sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. Comédia romântica com a assinatura de um dos maiores bestsellers da atualidade, o livro é o presente de Natal perfeito para os fãs de John Green e de histórias de amor e aventura.

1. Um Conto de Natal (Charles Dickens)

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“Um Conto de Natal” do britânico Charles Dickens (1812-1870) é uma das histórias mais famosas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de Ebenezer Scrooge, um avarento homem de negócios londrino, rabugento e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Scrooge não deixa que ninguém se aproxime e rompa a sua dura carapaça, preocupando-se apenas com os negócios, o dinheiro e os lucros. No anoitecer frio da véspera natalina, ele é visitado pelo fantasma de Jacob Marley (seu antigo sócio comercial, morto há sete anos) que o repreende e anuncia que Scrooge se prepare, pois será visitado por três espectros do seu próprio passado, presente e futuro… A história da redenção do velho Scrooge vêm comovendo adultos e crianças de todas as épocas.

Dedicatórias: Serraria Baixo-Astral [Lemony Snicket]

Enquanto me preparava para fazer o quinto post da série “Dedicatórias”, percebi que fiz uma confusão no post anterior. Ao invés de postar a dedicatória do quarto livro de Desventuras em Série, “Serraria Baixo-Astral”, acabei postando do quinto livro, “Inferno no Colégio Interno”. Volto agora então para postar a dedicatória que pulei e que, na verdade, é uma das minhas preferidas:

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Para Beatrice – 
Meu amor voou como uma borboleta
Até a morte pousar como um morcego.
Como disse a poeta Emma Montana McElroy:
“Aí acabou-se a história”.