Li até a página 100 e… #11 – Homem-Máquina [Max Barry]

Olá, pessoas bonitas!

Primeiro de tudo e antes de mais nada, queria pedir desculpas pelo sumiço. A empresa em que trabalho organiza um evento anual, e o evento era esse fim de semana, então tive duas semanas extremamente corridas no trabalho e acabei ficando completamente sem tempo. Agora, indo ao que interessa, volto com mais um post da série “Li até a página 100 e…”. Para aqueles que ainda não conhecem, essa coluna/tag foi criada pela Cibelle, do blog “Eu leio, eu conto“. Para mais informações de como participar da tag, é só acessar o blog dela 😀

Comentei inúmeras vezes sobre os livros de cinco reais que comprei no estande da Intrínseca na Bienal do Livro, e minha leitura da vez é um destes livros. Terminei de ler “Four”, da Veronica Roth, na segunda, e planejava ler “Eleanor & Park” em seguida, mas o livro havia ficado dentro da minha mala. Ontem de manhã, quando estava saindo para ir trabalhar, fiquei com preguiça de destrancar o cadeado da mala e revirar tudo lá dentro até achar o livro, então estiquei a mão para a minha estante e acabei escolhendo “Homem-Máquina”, do Max Barry. E esse é o livro da vez 😀

Primeira frase da página 100:
“Ela fizera exatamente o que eu havia mandado, tão perfeitamente que eu nem tinha notado.”

Do que se trata o livro:
Após sofrer um grave acidente em seu trabalho, enquanto procurava seu celular, Charles Neumann acabou perdendo uma de suas pernas. No começo um pouco depressivo e pessimista, o doutor Neumann acabou vendo na situação uma oportunidade de se aprimorar. Sendo um engenheiro e amante das máquinas, percebeu que a prótese que possuía era pouco funcional e defasada, e resolveu criar sua própria perna artificial. Assim que a mesma ficou pronta, entretanto, deparou-se com um problema: sua perna biológica não era tão boa quanto a mecânica. A solução para Neumann? Cortar a outra perna. O que no primeiro caso foi um acidente, na segunda vez foi uma decisão “racional” e “equilibrada”, visando apenas o aprimoramento. Depois de convencer a todos que não era maluco, nem suicida, Neumann passou a trabalhar na produção de uma linha de Partes Melhores, pernas, braços e órgãos mecânicos, que as pessoas poderiam comprar como a nova tecnologia (como trocar de celular), depois que a empresa em que ele trabalhava viu nesse cenário um novo nicho de mercado.

O que está achando até agora?
Apesar de ser um pouco maluco, o livro é divertido. Não sei bem o que esperar ou até onde ele vai chegar, e isso é o que mais me intriga. Não sei no que vai dar a história, e estou curiosa para saber qual rumo o autor vai dar aos acontecimentos.

O que está achando da personagem principal?
Um mala sem alça e sem rodinha. De verdade. Ele é egoísta, egocêntrico, parece uma criança mimada que não quer que ninguém brinque com seus brinquedos… E, ainda assim, adoro ler sobre ele. Ele é um personagem chato, de verdade, e isso que me faz gostar um pouco dele. Ele não é o bom moço, o herói, aquele que só está prezando o bem da humanidade – ele está interessado nele e apenas nele, nada mais. Acho que isso dá um clima diferente ao protagonista, saindo do lugar comum de bom moço, e é o personagem que eu amo odiar.

Melhor quote até agora:

Essa passagem veio ainda bem no começo do livro, quando o personagem está desesperado porque acordou e não consegue encontrar seu celular em lugar nenhum da casa. Preciso admitir que a busca pelo celular foi um dos melhores momentos do livro para mim.

Não sabia se faria calor. Poderia chover, poderia ficar úmido, eu não fazia ideia. Eu tinha um computador, mas ele levava uma eternidade para inicializar, mais de um minuto. Eu teria que escolher minhas roupas sem saber a previsão do tempo. Isso era insano.” (pg. 9)

Vai continuar lendo:
Com certeza. Apesar de achar mais paradinho em alguns momentos, estou curiosa para saber como tudo vai acabar.

Última frase da página:
“Teríamos que deixar isso para testes externos.”

Li até a página 100 e… #10 – Desaparecido para Sempre [Harlan Coben]

Uba uba uba ê! (música da banheira do Gugu)

Ok, sei que não estou tão firme no meu propósito de achar tempo para o blog, mas prometo que estou tentando. Queria postar a resenha de Fade (segundo livro da trilogia Wake) hoje, mas esqueci de tirar as fotos, e por isso volto com mais um episódio de “Li até a página 100 e…”. Para aqueles que ainda não conhecem, essa coluna/tag foi criada pela Cibelle, do blog “Eu leio, eu conto“. Para mais informações de como participar da tag, é só acessar o blog dela 😀

Já tinha ouvido falar do Harlan Coben, mas foi só quando cheguei na Bienal e vi aquela multidão de gente que queria autógrafo dele que me vi pensando “hm, esse cara deve ser bom, acho que vou ler um livro dele”. Comprei “Desaparecido para Sempre” no aniversário do Submarino, mas só essa semana comecei a ler. E fico feliz em dizer que: MINHA RESSACA LITERÁRIA ACABOU! (faz a dancinha da alegria). Em todo caso, vamos lá.

Primeira frase da página 100:
“Pistillo levantou os olhos.”

Do que se trata o livro:
O livro pode ser definido como “uma busca pela verdade”. Quando a mãe de Will Klein, o protagonista, estava em seu leito de morte, ela revelou que o irmão de Will, Ken, desaparecido há mais de onze anos, estava vivo. Ken havia sido culpado pelo assassinato de uma vizinha e sumira na mesma noite. Will acreditava de pés juntos que o irmão havia morrido naquela mesma noite, pois ele não poderia ser culpado daquilo que estavam dizendo – acreditava na inocência do irmão. Will então decide que, de um jeito ou de outro, encontrará o irmão, mas outros acontecimentos o lançam em uma busca ainda mais frenética, em que ele precisará desenterrar o passado de uma pessoa muito próxima para descobrir onde ela está e o que aconteceu.

O que está achando até agora?
Estou vidrada neste livro. Já li outro thriller, mas este é excepcional. O autor está conduzindo muito bem a história, de forma que me vejo completamente envolvida nos acontecimentos e não quero parar de ler até terminar. A escrita é fluida e tem ótimos momentos – vez ou outra me vi segurando as lágrimas no ônibus. Imaginava que Coben seria bom, mas estou surpresa com o que encontrei. Se soubesse que gostaria tanto assim, teria começado este livro assim que comprei.

O que está achando da personagem principal?
Ah, o que dizer sobre o Will? Estou gostando dele, de verdade. Ele não é nem um pouco clichê ou “falso”. Parece uma pessoa real, com problemas reais. O personagem solta alguns poucos comentários sobre seu próprio relato de vez em quando, e acho que isso dá um ar bem legal à história. Ele é o tipo de pessoa que eu gostaria de conhecer e ter em minha vida. Ele não é sério demais, nem chato demais, ou irritante demais. Não tem complexo de herói ou bom moço. Ele é uma mistura bem equilibrada de tudo, talvez só com uma dose extra de azar – coitado.

Melhor quote até agora:
Já disse que tenho problemas com citações, mas ri bastante quando me deparei com essa, tanto que acabei anotando no Evernote (ok, vai ter um spoiler, então…):

Para começar, meu irmão tinha fugido. Agora minha namorada havia evaporado. Franzi a testa. Ainda bem que eu não tenho um cachorro.” (pg. 57)

Vai continuar lendo:
Hell yeah! Preciso chegar ao fim desse livro, PRECISO! ~morre~

Última frase da página:
“Pistillo se recostou novamente.”

Li até a página 100 e… #9 – A Vingança dos Sete [Pittacus Lore]

Olá, pessoas da Terra!

Sei que ainda não consegui colocar o blog em dia, mas farei o possível para conseguir isso antes do fim do mês. A correria de fim de ano emendou com a correria no trabalho e fiquei um pouco perdida, mas vou tentar me organizar. Para hoje, volto com a tag “Li até a página 100 e…”, que foi criada pela Cibelle, do blog “Eu leio, eu conto“. Para mais informações de como participar da tag, é só acessar o blog dela 😀

Desde novembro de 2013, estava louca por “A Vingança dos Sete”. Fiquei aguardando o lançamento por mais de um ano e, quando o livro foi lançado, percebi que não lembrava muita coisa e resolvi reler a série. Reli os quatro primeiros livros e… FIQUEI DE RESSACA LITERÁRIA! Meu pai amado, nunca tive uma ressaca literária tão forte quanto essa, já passamos da metade do mês e ainda não consegui ler UM livro inteiro. Estou travada há dias no “A Vingança dos Sete”, mas hoje finalmente cheguei à centésima página. E vamos lá…

Primeira frase da página 100:
“O pôr do sol nos Everglades seria lindo se não fosse pela enorme nave de guerra mogadoriana tapando o horizonte.”

Do que se trata o livro:
Este é, na verdade, o quinto livro da série Os Legados de Lorien. Nesta série, o planeta Lorien foi invadido pelos mogadorianos e os únicos sobreviventes foram nove crianças e seus Cêpans, algo como seus guardiões, que fugiram em uma nave antes que a invasão terminasse e acabaram chegando à Terra. A ideia era que eles crescessem e se fortalecessem, desenvolvessem seus Legados (algo como poderes especiais) e então fossem atrás dos mogadorianos, acabassem com a guerra e retornassem ao seu planeta para revivê-lo. Mas os mogadorianos seguiram os lorienos até a Terra e começaram a caçá-los um a um. Depois de anos de fuga e medo, os membros da Garde – as crianças ainda sobreviventes, as que não foram mortas pelos mogadorianos – finalmente se reuniram e começam a travar a batalha contra seus inimigos.

O que está achando até agora?
Os três primeiros livros tinham uma energia incrível, a ação e a adrenalina ia subindo em um ritmo cada vez mais alucinante, com um livro mais envolvente e agitado que o outro. O quarto livro, apesar de eu ainda achar incrível, teve uma diminuição nesse ritmo, não seguindo a mesma subida dos anteriores, mas o quinto livro parece estar retomando isso. Sim, eu sei que falei que estou travada, que não estou conseguindo ler, mas acho que o problema não está no livro, e sim em mim. Pelo pouco que consegui ler, já vi que o livro está retomando aquele frenesi do segundo e principalmente do terceiro livro, então mal posso esperar para superar meu bloqueio e avançar na leitura.

O que está achando da personagem principal?
Apesar de o primeiro livro ter o John Smith, ou o Número Quatro, como protagonista, do segundo livro em diante nós começamos a ter narrativas por diferentes pontos de vista, e acho que isso quebra um pouco a questão de “personagem principal”. Dos personagens que tiveram POV nesse começo do livro, só me irrito um pouco com o John em alguns momentos, por causa do seu complexo de “Super Homem”, a personificação do herói, do bonzinho, do mocinho, do AAAARGH – chato. O John tem uns momentos bem legais, confesso, mas ele também consegue ser irritante – principalmente quando está com a sara (~fazendo um revólver com a mão e atirando na cabeça~). A Ella é um amorzinho e estou adorando o POV dela, tem sido bem interessante ver as coisas sob a ótima da mais nova Garde, ainda mais porque este foi o primeiro livro a apresentar a história pelo POV dela. E a Seis, não tenho nem o que dizer – uma das minhas personagens preferidas, amo essa menina! Ela é forte, decidida, independente e durona, mas é possível perceber seu lado mais frágil por baixo de toda essa armadura. Ela é real, verdadeira, e amo isso nela.

Melhor quote até agora:
Quase tive uma crise de riso no metrô com essa passagem, então:

– Escondendo-se atrás de seus bichos de estimação! – vocifera o mog. – Vergonhoso. Lute com honra, menino. Chega de truques.
Ergo a mão e sorrio para ele ao notar os pássaros chegando de todas as direções.
– Espere. Só mais um truque.
É então que o rinoceronte cai do céu. (página 85)

Vai continuar lendo:
Sim. Espero destravar em breve e finalmente terminar esse livro.

Última frase da página:
“- Brigar não vai nos levar a lugar algum.”

Li até a página 100 e… #8 – Perdão, Leonard Peacock [Matthew Quick]

Boa noite, pessoal!

Sei que já está tarde, mas antes tarde do que nunca, não? Cheguei em casa decidida a postar aqui no blog, mas viciei em um novo jogo (que acho até que vou comentar por aqui um dia, mesmo não tendo NADA a ver com livros) e acabei passando as últimas horas tentando não morrer (oi?). Bom, em todo caso, volto com a tag “Li até a página 100 e…”, que foi criada pela Cibelle, do blog “Eu leio, eu conto“. Para mais informações de como participar da tag, é só acessar o blog dela 😀

Comprei o livro “As Crônicas de Bane” na semana passada e, pelo update de e-mails do Submarino, sabia que a entrega provavelmente seria hoje. Como acabei “Vingança da Maré” (resenha em breve) ontem, decidi pegar um livro que eu poderia ler rápido, para começar “As Crônicas de Bane” assim que possível. Me deparei com o “Perdão, Leonard Peacock” na estante e decidi que seria aquele mesmo…

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Primeira frase da página 100:
“Ele se senta na carteira ao meu lado e diz:”

Do que se trata o livro:
O livro conta a história de Leonard Peacock que, no dia do seu aniversário de dezoito anos, resolve colocar em prática o seu plano de matar seu ex-melhor amigo e então se matar. Mas, antes de colocar o plano em ação, vai ao encontro de quatro pessoas que considera suas amigas para se despedir – mesmo que elas não saibam que é uma despedida – e dar um presente a cada uma delas. Alternando entre o presente e o passado, descobrimos o desenrolar do aniversário de Leonard, assim como é revelado aos poucos algumas das coisas que o direcionaram neste caminho.

O que está achando até agora?
Uau. Simplesmente… uau. Não sei, por algum motivo eu achava que seria um livro mais “bobinho”, mais teen, por isso fui surpreendida pelo Matthew. O personagem do Leonard é extremamente complexo, profundo e, bom, real. Nós realmente entramos na mente de um jovem com sérios problemas, e começamos a pensar o que aconteceu para deixá-lo daquele jeito – já que ele vive mencionando que houve algum acontecimento que fez com que as coisas fossem por água abaixo. Fui esperando um livro levinho (não sei como esperava isso com a premissa, mas achava que seria mais um Young Adult neutro e “mais ou menos”) e me deparei com uma linguagem mais adulta e de grande impacto. Estou curiosíssima para descobrir o que ocorreu entre Leonard e seu ex-melhor amigo, Asher, para saber por que o jovem planeja matá-lo e depois se matar.

O que está achando da personagem principal?
Gosto e não gosto do Leonard, não sei explicar. Ao mesmo tempo em que o acho um personagem complexo, real e profundo, fico com a impressão de que ele possa estar reclamando de barriga cheia. Como ainda não sei qual o motivo que o fez ficar como está, não sei se concordo com o Baback ou não – de que se trata de um “problema de Primeiro Mundo”. Então eu amo a complexidade dele, a forma com que ele pensa e sua visão do mundo – mesmo que completamente destorcida e pessimista -, como ele avalia seus colegas de classe e os adultos em sua vida. Mas também tenho medo de qual será o grande problema revelado, pois acho que isso poderá destruir um pouco a imagem que construí do personagem. Se bem que, pelo nível de história que o Matthew construiu até então, acho que não ficarei decepcionada…

Melhor quote até agora:
Ok, na verdade foi um grande trecho do livro, todo um “discurso” que o Leonard faz mentalmente, de pouco mais de uma página, mas que eu amei. Como não posso colocar o trecho inteiro, vou escolher uma das minhas partes preferidas:

Faça alguma coisa! Qualquer coisa! Porque você inicia uma revolução, uma decisão de cada vez, toda vez que respira. Só não volte para aquele lugar miserável para onde vai todos os dias. Mostre-me que é possível ser adulto e também ser feliz. Por favor. Este é um país livre. Você não precisa continuar fazendo isso caso não queira. Você pode fazer o que desejar. Ser quem quiser.” (página 47).

Vai continuar lendo:
Com certeza. Preciso saber o que aconteceu no passado e o que acontecerá no presente.

Última frase da página:
“É importante para mim.” (prefiro colocar a última completa, e não a última que começa na página 100, então vai essa mesmo).

Li até a página 100 e… #7 – 3096 dias [Natascha Kampusch]

Aloha, pessoas!

Sei que disse que vou ficar um pouco sumida, mas ainda assim farei o possível para não deixar o blog às moscas. Sendo assim, volto com a tag “Li até a página 100 e…”, que foi criada pela Cibelle, do blog “Eu leio, eu conto“. Para mais informações de como participar da tag, é só acessar o blog dela 😀

Atendendo ao pedido/recomendação da amiga que estou visitando, comecei a ler o livro “3096 dias”, da Natascha Kampusch, e aproveito para fazer o post com ele.

Primeira frase da página 100:

“Eu sonhava com a sensação que sempre experimentei depois do banho quente.”

Do que se trata o livro:

Este livro trata da história real de Natascha Kampusch, uma garota austríaca que foi sequestrada aos 10 anos e viveu em cativeiro até os dezoito anos. Com uma narrativa que envolve relatos de sua história, conforme ela se desenrolava, e comentários da autora sobre como foi vivenciar aquilo e sobre o que ela descobriu e estudou depois de sair do cativeiro, o livro traz um relato angustiante de uma garotinha que, de uma hora para a outra, se viu privada de toda a sua liberdade e da vida que conhecia, pelo que aparentava ser o mero capricho de um homem com um grave desequilíbrio mental.

O que está achando até agora?

É uma relato agoniante, para dizer o mínimo. Por saber que é uma história verídica, já não consigo ler como um dos livros “normais”, de faz de conta, por saber que ela realmente passou por isso. Não é uma história que ela tirou da cabeça, mas um sofrimento que perdurou por anos. Quando ela fala do seu desespero, da tortura psicológica e da submissão e dependência do sequestrador, me aperta o coração por saber que é algo que realmente aconteceu – e acontece. É difícil ser confrontada por esta realidade, imaginar a situação, saber que tantas pessoas passaram e passarão por isso, e que muitas não sobreviverão. Apesar de ter uma leitura rápida, acaba sendo um pouco pesado, pelo conteúdo.

O que está achando da personagem principal?

Bom, por ser uma história real, não trato bem como “personagem principal”. Mas terminologias à parte, fiquei admirada com a fibra da Natascha. Era de se esperar que alguém chorasse, se descontrolasse ou enlouquecesse em uma situação como essa, mas, desde o começo, ela pareceu fazer o possível para se manter sã, para manter algum contato com a realidade e fazer o possível para sobreviver. Em um cativeiro de 5 m², com um sequestrador paranoico como única companhia (em pequenos encontros, e que ele controlava os horários) e uma situação completamente precária, aquela menininha de dez anos conseguiu se manter afastada da loucura e manter a esperança – se não de resgate, pelo menos de vida. Se isso não é ter fibra, não sei o que é…

Melhor quote até agora:

Queria deixar nelas uma parte de mim, como os prisioneiros que rabiscam as paredes das celas. Com imagens, frases e incisões para cada dia. Agora eu percebia que eles não fazem isso por tédio – desenhar é um meio de evitar a sensação de impotência e estar à mercê dos outros. Eles fazem isso para provar a si mesmos e a quem quer que entre na cela que eles existem, ou ao menos alguma vez existiram.” (pg 79-80)

Vai continuar lendo:

Vou. Saber que ela conseguiu fugir do cativeiro é a única coisa que me incentiva a continuar. Quero chegar a este ponto, não conseguirei terminar a leitura com a impressão de que o cativeiro dela foi para sempre.

Última frase da página:

“Hermeticamente vedada.”

Li até a página 100 e… #6: Princesa Mecânica [Cassandra Clare]

Olá, pessoas da Terra!

A TAG/coluna/meme “Lei até a página 100 e…” foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Minha ideia inicial era fazer essa coluna com todos os livros que lesse, mas achei que acabaria ficando enfadonho e desnecessário, então farei vez ou outra. Ainda terá certa frequência, refletida pela frequência da minha leitura, mas não necessariamente colocarei todos. Sem mais delongas, vamos lá 😀

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O livro da vez, como o título já entrega, é “Princesa Mecânica“, da Cassandra Clare. Assim como no post de “Prova de Fogo”, já aviso que o post terá spoiler dos livros anteriores.

Primeira frase da página 100:

“— A finalidade delas, basicamente.”

Do que se trata o livro:

O livro retoma dois meses após os acontecimentos de Príncipe Mecânico (♥), mostrando o desenrolar da história. James e Tessa estão noivos, o que seria perfeito, não fosse Will, que ainda sofre pela noiva, e a noiva, que sofre por Will. Após ser dominado pela varíola demoníaca, Benedict Lightwood se transforma em um verme – literalmente-, e cabe aos Caçadores de Sombras do Institulo, junto com Gabriel Lightwood, caçar e destruir o demônio que um dia foi um Caçador de Sombras. A vitória parecia certa, mas as coisas se complicaram quando James, após a derrota do demônio, sofreu uma grave crise de sua doença. De volta ao Instituto, Will descobre que o estoque de yin fen de seu amigo está quase no fim e, ao sair para buscar mais, descobre que todas as suas fontes se secaram. O Magistrado, antecipando novamente os movimentos, adquiriu todo o estoque da droga e agora a morte de James parece certa. Will e Tessa precisarão encontrar um jeito de salvar Jem, mesmo que, para isso, tenham que superar a dor que é estar perto um do outro. E, ao mesmo tempo, tentar descobrir e vencer os planos do Magistrado.

O que está achando até agora?

ASDFGHJKL! Quando comecei essa trilogia, sabia dos comentários que diziam que era melhor que Os Instrumentos Mortais. Como fã incondicional de TMI, pensei que não seria possível. Mas é. Não que a série original seja ruim, porque não é, mas essa trilogia é MUITO amor. Amei “Anjo Mecânico”, quase surtei com “Príncipe Mecânico” – quando o James pediu a Tessa em casamento e ela aceitou, comecei a pular, gritar e balançar o livro de um lado para o outro… não sei o que isso diz sobre mim – e agora, mesmo estando apenas na centésima página de “Princesa Mecânica”, já sei que esse livro vai destruir meu coração. Todo o mistério dos planos do Magistrado, o drama do trio James & Tessa & Will, as intrigas envolvendo a liderança do Instituto, os encontros e desencontros de Sophie e Gideon, a própria doença de James, que destrói meu coração pouco a pouco – ah! Tudo é tão, mas tão envolvente, que não consigo largar o livro. E não consigo imaginar como será NÃO ter outro livro de As Peças Infernais para continuar lendo. Estou em DPL antecipada!

O que está achando da personagem principal?

Já havia gostado da Tessa no primeiro livro, e estou gostando cada vez mais conforme a história avança. Ela não se conforma com o que é esperado dela, não se sujeita ao que é seguro para si quando acha que os que amam estão em perigo. Ela é corajosa, guerreira, leal e tem um coração gigantesco. Ela pode ser teimosa e um pouco confusa, mas seu coração está no lugar certo. E, Clary que me desculpe, ela é bem mais interessante que a nossa ruivinha.

Melhor quote até agora:

Continuo sendo péssima com quotes, mas vou pegar um dos trechos que mais me prendeu. Um diálogo, na página 71.

— Então, você vai morrer por amor – disse Will afinal, com a voz soando rouca aos próprios ouvidos.

— Morrendo um pouco mais depressa por amor. E existem razões piores pelas quais morrer.”

Vai continuar lendo:

Lendo? Vou DEVORAR esse livro!

Última frase da página:

“[…] Mas não se pode dizer o contrário.”

Quero terminar, mas não quero ao mesmo tempo. Não estou pronta para dizer adeus ainda ~chora~. Mas, assim que terminar as resenhas de Maze Runner, começo a publicas as de As Peças Infernais :3

XOXO,

Me.

Li até a página 100 e… #5 – Prova de Fogo [James Dashner]

Olá, olá, garotada!

A TAG/coluna/meme “Lei até a página 100 e…” foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Tendo combinado com um amigo de lermos Maze Runner juntos, foi a vez de me entregar aos mistérios do CRUEL e aos ataques dos Cranks, neste segundo volume da série.

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Li até a página 100 e… Fui para a 101. Pois é, qual não foi minha surpresa ao verificar que a centésima página de “Prova de Fogo“, segundo livro da série Maze Runner, é justamente uma troca de capítulo?! Enquanto li, nem percebi. Até achei, por algum motivo, que a página 100 fosse justamente o começo do capítulo, e lembro de ter pensado “que legal!”. Só quando fui pegar o livro para criar o post que percebi a bagunça. E aí, postar ou não postar? Afinal, a brincadeira da TAG é com a página 100, não daria graça postar com outra. Pensei nisso e quase desisti, mas achei que ficaria ainda mais estranho ter o post de “Correr ou Morrer” e “A Cura Mortal”, e ficar com o vazio de “Prova de Fogo” no meio. Sendo assim, vou postar usando a página 101 mesmo 😀

Aviso: este post terá spoilers de “Correr ou Morrer”.

Primeira frase da página 100:

“Um pensamento doentio atravessou a mente de Thomas enquanto abria caminho escada abaixo atrás de Winston.”

Do que se trata o livro:

Depois de escapar do Labirinto, Thomas e os outros Clareanos são resgatados por um grupo de “bons samaritanos”, apenas para se verem dentro de um novo Experimento. Longe de ser uma equipe de resgate, seus libertadores faziam parte do CRUEL desde o começo, sendo apenas uma transição antes de começarem os novos testes. Os Clareanos são levados a um abrigo, onde se alimentam e passam a noite, crentes que seu destino mudaria dali para a frente. E mudou mesmo, já que, ao acordarem, viram que todo seu mundo havia virado de ponta cabeça. Cranks (pessoas infectadas pelo Fulgor, e que mais me parecem uns zumbis decadentes, tirando a parte de estarem mortos) aparecem na janela do dormitório, gritando e deixando todos loucos; seus libertadores aparentemente foram mortos, sem que ninguém ouvisse um só sim; e, como se não fosse o bastante, Teresa desapareceu. Tudo isso parece demais para Thomas, que acabou de perder Chuck, mas um misterioso homem – o Homem-Rato, como chamam-, aparece para dar novas notícias. Um novo teste terá início e eles terão que atravessar uma longa distância até o Refúgio Seguro, sendo que a travessia promete ser ainda pior que suas experiências no Labirinto, e a única regra é que não existem regras. E, como se precisassem de algum incentivo para completar a jornada, eles descobrem que foram infectados pelo Fulgor, e que encontrarão a cura no Refúgio Seguro – isso, claro, se sobrevirem até lá.

O que está achando até agora?

A confusão atinge um novo nível. Além de todas as perguntas não respondidas em Correr ou Morrer, agora temos uma série de novas perguntas que não querem calar. O que diabos aconteceu com a Teresa, por que o Thomas não consegue se comunicar com ela? O que exatamente é essa história do Fulgor e o que as explosões solares têm a ver com isso? O que exatamente é o CRUEL e o que eles ganham fazendo uma série de adolescentes passarem por provas tão terríveis? Bom, o que eu estou achando? Estou adorando! Estou confusa, perdida e sem saber para que lado correr, exatamente como Thomas e os Clareanos, o que me faz sentir que sou parte da história. Não é aquela confusão “o autor não faz ideia do que está fazendo”, mas “o autor sabe exatamente o que está fazendo, mas vai nos torturar e nos matar de curiosidade até o último segundo possível”. Ah, que delícia ♥

O que está achando da personagem principal?

Preciso confessar que estou gostando bem mais do Thomas nesse segundo volume. Ok, ele tem alguns momentos bem chatinhos, principalmente com o drama de “onde está a Teresa?!”, mas ele já me parece bem melhor do que estava no primeiro livro. Ainda está confuso e perdido, mas o achei um pouco mais confiante e talvez um pouco mais maduro. Ele está agindo mais, tomando decisões, sem contar que acabou assumindo um papel importante com Newt e Minho na liderança dos Clareanos. Estou gostando de ver…

Melhor quote até agora:

Argh, por que eu continuo sem prestar atenção nisso? Não sei, não sei mesmo, então vou de uma quote aleatória, mas legal:

[…] — Mas eu lhes asseguro… não se trata apenas de sobrevivência e vontade de viver. Essa é apenas uma parte do Experimento. O panorama dessa situação é algo que só entenderão no final

Vai continuar lendo:

Aaah, vou. Vou devorar e vou emendar o terceiro logo em seguida, estou curiosa para saber todas essas respostas.

Última frase da página:

“Sua face estava vermelha e ulcerada.”

Desisto de prestar atenção em quotes, esse mundo não é para mim, hehe. E vocês, já leram?

XOXO,

Me

Li até a página 100 e… #4 – Correr ou Morrer [James Dashner]

Bom dia, pessoas!

A TAG/coluna/meme “Lei até a página 100 e…” foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Combinei com um amigo que leria Maze Runner junto com ele, e nós dois queríamos ler pelo menos o primeiro livro antes do filme sair no cinema, então deixei “As Peças Infernais” de lado por um momento e comecei a desvendar os mistérios do Labirinto.

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E o livro desse quarto post é “Correr ou Morrer”, do James Dashner, o primeiro livro da série Maze Runner (e que chega aos cinemas agora em setembro, yaay!).

Primeira frase da página 100:

“E temendo que eles fossem conversar em particular.”

Do que se trata o livro:

O livro conta a história de um grupo de adolescentes que estão confinados em um espaço que chamam de “Clareira”, e que se organizaram em uma espécie de sociedade para conseguirem sobreviver no dia a dia. A história começa quando Thomas chega à Clareira, em uma estranha caixa de metal (como um elevador) que fica no meio da Clareira, confuso e sem memórias. Ele sabe o nome das coisas, como funcionam e para que servem, todo o seu conhecimento de mundo permanece intacto, mas ele não tem nenhuma lembrança do seu passado, quem são seus pais, como foi sua infância, como foi parar na Clareira ou onde estava antes disso. A única coisa que lembra é seu nome, nem seu sobrenome ou idade lhe pertencem mais. Essa Clareira é cercada por um Labirinto, e diariamente os Corredores o percorrem, tentando encontrar uma saída daquele lugar. Toda noite, os muros de pedra se fecham e selam os Clareanos dentro dos seus limites, isolando-os do que está do lado de fora, e voltam abrir pela manhã. A vida é sempre a mesma, e a ordem é sempre mantida. Uma vez por mês, um Calouro chega. A Caixa também disponibiliza suprimentos e alimentos. Eles cuidam de tudo o que precisam dentro da Clareira, e se organizam da melhor forma possível. Mas ainda existem perigos que eles precisam evitar, como os estranhos Verdugos, criaturas que vivem do lado de fora da Clareira, no Labirinto.

O que está achando até agora?

Hm, não sei ao certo. Sei, pelo que me falaram, que a história vai ficar muito boa. Mas nesse começo o leitor ainda fica muito perdido, sem saber ao certo o que está acontecendo, e acho que estamos exatamente como Thomas. Algumas vezes me irrito com a falta de respostas ou fico querendo entender os motivos e a organização dos Clareanos, mas percebi que é justamente o mesmo que ocorre com o protagonista, então acho que o autor cumpriu bem o seu papel até então. Estou muito curiosa para ver onde isso vai me levar.

O que está achando da personagem principal?

Há pouco tempo li outro livro do James Dashner, “O Jogo Infinito”, e confesso que gostei um pouco mais do Michael. Não sei, não que eu não esteja gostando do Thomas, mas o Michael era bem mais divertido “interessante”. Mas o Thomas é interessante, talvez um pouco irritante agora no começo, mas me parece ser mais pelo desejo de respostas do que outra coisa.

Melhor quote até agora:

Como já disse, sou péssima com quotes. Simplesmente não presto atenção nisso (risos). Peguei o livro para folhear e acabei escolhendo uma das últimas passagens da página 100 mesmo:

Odiar você? Garoto, você não aprendeu nada desde que apareceu naquela Caixa. Isso não tem nada a ver com odiar, gostar, amar ou ter amizade ou algo parecido. Só o que nos interessa é sobreviver.”

Vai continuar lendo:

Vou, quero saber logo qual é a do Thomas, do Labirinto e dos Verdugos :3

Última frase da página:

“Deixe de frescura e comece a usar esse cérebro de mértila se tiver algum.”

Tenho que começar a prestar atenção em frases que possam dar quotes legais, quem sabe no próximo livro. E algum Clareano por aqui? 😀

XOXO,

Me

Li até a página 100 e… #3 – Anjo Mecânico [Cassandra Clare]

Olá, pessoas lindas!

Bem que eu falei, essa tag vai acabar sendo o que mais aparece no blog, já que tenho sérios “problemas” com leitura, hehe. A TAG/coluna/meme foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Depois de me maravilhar com “O Jogo Infinito”, finalmente chegou a hora de começar “As Peças Infernais”.

LiAteAPagina100E

O livro da vez é Anjo Mecânico, da linda da Cassandra Clare, primeiro livro da trilogia “As Peças Infernais”.

Olha o meu Big Ben de papel ali *—*

Primeira frase da página 100:

“Tessa, pegando o garfo, olhou ansiosa em volta da mesa.”

Do que se trata o livro:

O livro conta a história de Tessa Gray, uma órfã que foi criada pela tia, apenas para se ver órfã novamente quando essa tia vem a óbito devido a uma doença que contraiu. Recebendo um bilhete do irmão, Nathaniel, ela parte dos Estados Unidos para a Inglaterra, onde passará a morar com ele. Mas, ao chegar no Velho Mundo, ela é capturada pelas Irmãs Sombrias, que revelam que ela não é uma garota tão normal assim. Tessa tem a estranha habilidade de se transformar em outras pessoas, desde que já tenha tocado em um objeto da mesma. Após sofrer por semanas na posse das Irmãs, e de aprender a dominar sua habilidade especial (sob ameaça de que seu irmão seria morto caso não conseguisse se Transformar), Tessa é resgatada por Will Herondale, um Nephilim, Caçador de Sombras, e levada ao Instituto de Londres. Mas ainda há muito a se descobrir, como onde está o irmão de Tessa (que fora capturado pelas Irmãs Sombrias), quem é o Magistrado e por que ele a quer, e por que mundanos estão sendo assassinados.

O que está achando até agora?

Eu amo Os Instrumentos Mortais, então já entrei nessa história de cabeça. Já ouvi muitas pessoas falando muito bem da trilogia, dizendo que supera TMI tanto na história quanto na escrita, e, apesar de não poder concordar ou discordar disso ainda, estou gostando bastante. Nephilins são ♥

O que está achando da personagem principal?

O Michael é outra coisa que estou adorando. Ok que não deu para conhecê-lo muito ainda, mas o jeito brincalhão e desaforado (tanto dele quando do Bryson) me fez lembrar do Super Choque, aquele ar de “preciso fazer uma piadinha enquanto luto com o meu inimigo”, e eu sempre AMEI isso no Super Choque (comparação bizarra, eu sei). Não sei ainda como ele vai se desenvolver, se ele é realmente assim ou se foi só uma impressão minha, mas por enquanto estou curtindo o Michael.

Melhor quote até agora:

São duas, na verdade, não consegui me decidir:

— Não é uma vida longa, a que se leva matando demônios; tende-se a morrer cedo e então queimam nossos corpos. Do pó ao pó, literalmente. E então desaparecemos nas sombras da história, nem uma marca na página de um livro mundano para lembrar que sequer existimos um dia.” (pg 81)

e…

Ele não entendia o que os livros significavam para ela, que livros eram símbolos da verdade e do pensamento, que eles reconheciam a existência dela e de seus semelhantes no mundo.” (pg 87)

Vai continuar lendo:

Aaah, vou. E se vou, hehe.

Última frase da página:

“— Já nos conhecemos – disse Jem, baixinho, e Tessa sentiu uma onda de calor no rosto.”

Bom, por hoje é isso. E vocês, já leram Anjo Mecânico? O que acharam? 😀

XOXO,

Me

Li até a página 100 e… #2 – O Jogo Infinito [James Dashner]

Olá, pessoas lindas!

Até que voltei rápido para a segunda edição dessa TAG. “Extraordinário” acabou tendo uma leitura tão leve e rápida que já estou de volta para o segundo post de “Li até a página 100 e…”. Como disse no post anterior, essa TAG/coluna/meme foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Estou esperando a entrega dos meus livros de “As Peças Infernais” e, enquanto isso, resolvi pegar um dos poucos livros soltos que tenho na estante, e que achei que leria rápido – assim espero, já que quero começar TID assim que entregarem :3

LiAteAPagina100E

Assim como no primeiro post, também já passei um pouco da primeira página. Mas estava lendo no ônibus, não posso me culpar. O livro da vez é O Jogo Infinito, do James Dashner, o primeiro livro da trilogia “Doutrina da Morte” e o único lançado até então.

Primeira frase da página 100:

“Quando terminou, o agente coçou a barba do queixo, apoiando o cotovelo na palma da outra mão, e olhou para o chão, pensativo.”

Do que se trata o livro:

“O Jogo Infinito” conta a história de uma sociedade futurista, em que a realidade virtual é uma constante na vida da sociedade – ao menos daqueles que podem pagar por isso. Tudo corre bem na VirtNet, até que alguns jogadores começam a ser sequestrados e presos dentro do jogo, e seus corpos na Vigília (como é chamado o mundo “real”) ficam vulneráveis, entrando em coma ou estado vegetativo, e muitas vezes chegando a óbito. O SSV, o serviço de segurança da VirtNet, tentou abafar o caso por muito tempo, mas a coisa começou a sair do controle e eles passaram a recrutar jogadores com habilidades especiais de hackear o código da VirtNet para ajudá-los na caça a Kaine, a ameaça responsável por esse cyberterrorismo. Uma dessas pessoas abordada é Michael, o protagonista da história, que, junto com Sarah e Bryson (seus dois melhores amigos dentro do jogo), parte na busca por Kaine, impulsionado pela promessa de uma recompensa pelo SSV.

P.S.: Apesar de se passar em um futuro distante, não é uma distopia. É mais para “ficção científica”. Explicarei um pouco melhor na resenha ^^

O que está achando até agora?

Estou gostando. Mesmo, de verdade. Fico boiando em alguns momentos, é todo um novo universo para processar e absorver, mas a coisa está bem interessante. Estou curiosa para ver onde o autor vai me levar, se vai aprofundar a história ou ficar só na parte mais superficial, ainda não dá para arriscar. É a primeira vez que leio algo do autor, então não sei bem o que esperar. Mas espero que ele explique mais sobre o que são os Tangentes, fiquei completamente confusa nessa, hehe.

O que está achando da personagem principal?

O Michael é outra coisa que estou adorando. Ok que não deu para conhecê-lo muito ainda, mas o jeito brincalhão e desaforado (tanto dele quando do Bryson) me fez lembrar do Super Choque, aquele ar de “preciso fazer uma piadinha enquanto luto com o meu inimigo”, e eu sempre AMEI isso no Super Choque (comparação bizarra, eu sei). Não sei ainda como ele vai se desenvolver, se ele é realmente assim ou se foi só uma impressão minha, mas por enquanto estou curtindo o Michael.

Melhor quote até agora:

Olha, a verdade é que nunca fui muito ligada em quotes. Não sou a pessoa que lê, se depara com uma passagem e pensa “nooossa, que trecho legal!”. Não sou, é assim que funciona comigo, essas coisas passam batidas. Mas, já que preciso apontar uma, vou de uma fala da Agente Weber, na página 32:

“— Existem coisas piores que a morte, Michael – ela falou, franzindo a testa.”

Vai continuar lendo:

Com certeza! E, dependendo de como o autor tiver trabalhado a história, sei que ficarei louca pelas sequências 😀

Última frase da página:

“De um momento para o outro, o homenzinho não parecia mais tão pequeno.”

E já estou vendo que essa TAG será bem constante aqui pelo blog, dependendo do tamanho do livro e da minha disponibilidade, hehe. Mas estou gostando, já comecei a pensar na resposta quando estava na metade do processo. Sei que é outro livro que em breve terá uma resenha aqui, assim que terminar as pendentes. E vocês, já leram esse livro? :3

XOXO,

Me