Desafio Who #7: IT’S ALIVE!

Olá, pessoas da Terra e viajantes do espaço!

Me sinto em uma dívida profunda com a Juh, do Chá & Livros, e com o Ruan, do Escritos e Estórias, por me darem o incentivo necessário para retomar o Desafio Who. Tinha medo que acabaria travando apenas naqueles episódios apresentados na semana passada, e que desanimaria novamente quando retornasse para a série clássica, mas felizmente não foi assim. Apesar de ainda não assistir um número necessário para cumprir o desafio dentro do prazo estipulado, consegui cobrir quatro novos arcos e terminar a segunda temporada da série!

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Então, sem mais nem menos, vamos aos episódios da semana!

crusade02O primeiro arco foi The Crusade, quando o Doctor e seus companions se veem na Palestina no século XII, em meio às cruzadas. Enquanto verificavam os arredores, os viajantes da TARDIS acabaram se separando e Barbara foi sequestrada por um dos “bárbaros”, sendo levada cativa junto com outro lorde inglês, que se passava pelo rei da Inglaterra. Retornando para a base inglesa junto ao rei Ricardo Coração de Leão, o Doctor, Ian e Vicky (que está vestida como um garoto, já que o Doctor achou que seria mais seguro), dividem seus esforços em convencer o rei a ajudar no resgate de Barbara, não se contentando com um não como resposta. Já no acampamento inimigo, Barbara descobre um gentil aliado e um poderoso inimigo, que pode ser o motivo de sua ruína. Com alguns episódios reconstituídos, este é outro dos arcos históricos que não me atraiu muito. Não é ruim, toda a sequência é muito bela e bem trabalhada, mas achei um pouco lento e pouco envolvente, tanto que fiquei quase um mês parada no segundo episódio dele. Apesar de não ser um dos mais fracos que vi, também não foi dos melhores. O ponto positivo aqui foi a astúcia do Ian, que, como sempre, acabou sendo essencial para salvar o dia.

tumblr_n9hy2fCFaH1rnd0ovo4_250Saindo de um arco histórico, não tão forte assim, passamos para um dos que mais gostei até então. Em The Space Museum, nós vemos a TARDIS pousando no planeta Xeros, onde diversas coisas estranhas começam a acontecer. Os viajantes encontram uma espécie de museu espacial, mas nenhuma das pessoas que encontram pelo caminho parecem vê-los ou ouvi-los, quase como se não estivessem ali. Depois de caminhar por horas pelo espaço infinito do museu, o Doctor, Ian, Barbara e Vicki chegam a uma ala do museu que apresenta uma estranha exibição: a TARDIS, assim como cada um deles, dispostos dentro de cases de vidro. E não são réplicas, são realmente eles. Enquanto tentam descobrir como e por que foram parar ali, o Doctor e seus acompanhantes precisam descobrir um jeito de evitar o inevitável, um jeito de reescrever o futuro. O arco foi fantástico, amei toda a história e o desenvolvimento. Assisti a todos os episódios de uma única vez, não conseguia parar depois que comecei, queria saber qual seria o resultado final daquilo (apesar de já saber que eles não ficariam presos ali, ou a história não teria continuado, hehe). E foi nesse arco que presenciei uma das cenas mais engraçadas de Doctor Who até então: o Doctor escondido dentro da estrutura de um Dalek, falando com a vozinha robótica e depois aparecendo com um ar todo serelepe. Ah, Doctor! (risos).

Doctor_Who__The_ChaseE, falando em Daleks, não foi a última vez que nos deparamos com esses robozinhos mortais e mal humorados. No fim do arco anterior, descobrimos que os Daleks estão furiosos com o Doctor e determinados a exterminá-lo (EXTERMINATED! EXTERMINATED!), por ele ter atrapalhados seus planos de conquista da Terra. Após construírem uma nave espacial que também pode viajar pelo tempo e espaço, os Daleks começam uma perseguição implacável à TARDIS em The Chase, perseguindo o Doctor pelo presente, passado e futuro, não só na Terra, mas também em outros planetas. O cerco começa a se fechar e fica cada vez mais difícil para o Doctor escapar com sua tripulação, até que só uma alternativa ainda existe: o confronto. Fui conquistada pelos Daleks logo no começo, e gostei ainda mais desse retorno deles. As criaturas mais cruéis, vis e engraçadas do universo retornaram para um dos melhores arcos da segunda temporada. A perseguição é implacável e eu realmente fiquei apreensiva, me perguntando como o Doctor faria para enfrentar os robôs. E neste arco temos outra despedida: Ian e Barbara nos deixam, retornando para a Terra em 1966 e, assim, a equipe original finalmente foi desfeita. Sabia que uma hora precisaria me despedir deles, mas, diferentemente da Susan (tchau, Susan!), realmente sentirei falta do Ian e da Barbara 😦

meddler5O último arco da segunda temporada foi The Time Meddler, outro arco histórico, mas que eu realmente gostei (falei que vou acabar amando metade dos arcos históricos e odiando a outra metade). Novamente na Inglaterra, desta vez em 1066, o Doctor, Vicki e Steven (vou falar um pouco sobre ele daqui a pouco) encontram-se à beira de uma invasão viking. A TARDIS foi avistada se desmaterializando por duas pessoas: um aldeão, que viu a estranha “caixa”, e passa a encarar seus tripulantes como espiões dos vikings, e um estranho monge, que guarda mais segredos do que qualquer um pode imaginar. Aqui vemos o primeiro time lord além do Doctor, e uma TARDIS que ainda possui um sistema camaleão funcional. Um enxerido, que quer reescrever a história a seu bel-prazer, o monge é um homem a ser detido, e o Doctor faz o possível para que seus planos não sejam levados a cabo. É neste arco que conhecemos também o Steven. Ele foi apresentado no último episódio do arco anterior, e conseguiu se esgueirar para a TARDIS antes que a nave deixasse o planeta em que se encontravam. Duvidando no começo da capacidade da TARDIS de viajar através do tempo e espaço, ele dá um bom trabalho para Vicki, até que realmente aceita sua nova condição. Outro arco muito bem feito e trabalhado, conseguiu criar uma trama intrigante e mesmo um pouco misteriosa.

Mesmo não conseguindo assistir tantos episódios assim, consegue um novo ânimo, que espero ser o bastante para dar conta do desafio. E por enquanto é isso, nos vemos na próxima viagem!

XOXO,

Me.

Desafio Who – Controle
Episódios assistidos na última semana: 18
Episódios restantes: 734
Dias restantes: 100
Média de episódios por semana para cumprir o desafio: 51
Média anterior: 39

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Desafio Who #6: Keep Calm and Don’t Blink

Olá, pessoas da Terra e viajantes do espaço!

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O Desafio Who está de volta! Ok, não sei se vou continuar com a parte do desafio, nunca no mundo eu conseguiria assistir todos os episódios até o fim do ano, mas, depois de tantos meses parada, resolvi me entregar mais uma vez ao mundo de Doctor Who. Tudo começou com a tag de sexta, que já tinha me animado um pouco, e mais tarde, conversando com o Ruan (uma das pessoas indiquei para responder a tag), confirmei o meu nível de maluquice ao dizer que havia resolvido começar pela série clássica, seguindo a ordem cronológica. Quando falei que havia desanimado, ele me passou uma lista de cinco episódios, dizendo que quem curte a série normalmente indica esses episódios para quem quer começar, para ver se a pessoa vai gostar ou não. E, bom, esse foi apenas o incentivo que eu precisava para voltar… Por isso, resolvi falar um pouco desses episódios aqui, porque realmente foram muito bons!

DoctorWho4x10Midnightmkv_000006039Midnight (S04E10). Neste episódio, o Doctor resolve aproveitar um tempo livre para visitar a cascata de safiras do planeta Midnight. Tendo que aguentar quatro horas de viagem por um planeta inóspito, onde a luz solar X-tônica poderia desintegrar qualquer um dos ocupantes da nave se ocorresse alguma falha na segurança, o Doctor e os demais passageiros não tinham muito o que fazer além de conversarem entre si. Mas tudo começou a dar errado quando, após pegarem uma rota alternativa, nunca usada antes, os pilotos identificam uma falha na nave, que faz com que a mesma pare de funcionar. Presos no meio do caminho, só resta aguardarem a equipe de resgate, que levaria pelo menos uma hora para chegar ali. E, como se não bastasse isso, os passageiros começam a ouvir estranhos sons vindo do lado de fora da nave, o que não faz sentido algum, já que nenhuma forma de vida sobreviveria naquele planeta. Ou será que sobreviveria? Esse foi o quarto episódio que assisti e, se precisasse escolher um top 5 dos episódios, ele ficaria em quinto lugar. Não que não tenha sido bom, porque foi, mas os outros foram fantásticos. Quando uma das passageiras começa a agir de maneira estranha, o que leva todos os outros a perderem a cabeça, você não consegue parar de se perguntar “o que diabos está acontecendo?!”. Fiquei curiosa do começo ao fim, querendo saber onde aquilo iria me levar, e querendo saber se eles descobririam o que estava acontecendo dentro da nave.

tumblr_mktf0uGlZA1qbr2muo1_500The Doctor’s Wife (S06E04). “Oh, you sexy thing“. Após receber uma mensagem com um pedido de socorro de outro Time Lord, o Doctor resolve ir aonde nunca fora antes: fora do Universo. Chegando a um planeta desolado, que mais parece um ferro-velho, o Doctor está decidido a encontrar o Time Lord que enviou o pedido de socorro, mas, antes de poder fazer qualquer coisa, a TARDIS desliga, sua energia tendo sido drenada. Eles saem para explorar o planeta e conhecem seus poucos e estranhos habitantes: o Tio, a Tia, o Sobrinho e Idris. E descobrem que o planeta não é bem um planeta, mas um ser vivo, chamado de Lar por seus habitantes. Após ser recepcionado de forma bem estranha por Idris, que continua o chamando de “Meu Ladrão”, o Doctor engana Amy e Rory para que eles voltem para a TARDIS, enquanto ele investiga o que se passa naquele estranho lugar. Sendo o terceiro episódio que assisti, “The Doctor’s Wife” foi absolutamente fantástico. Adorei a “Idris”, não queria perder um minuto da presença dela e queria poder ver mais, na verdade. Sofri com a Amy e o Rory dentro da TARDIS e me emocionei com o adeus da Idris e do Doctor. Tão amor! ♥

vincent-and-the-doctor-doctor-who-12772213-800-675Vincent and The Doctor (S05E10). Durante uma visita ao Museu de Orsay, em Paris, Doctor e Amy aproveitam para conhecer as obras de Vincent van Gogh. Mas, ao observar uma pintura mais de perto, o Doctor repara uma estranha silhueta e detecta o perigo. Sua decisão? Entrar na TARDIS e viajar para 1890, antes que o quadro fosse pintado, para que pudessem investigar o que era. Ao chegar lá, descobrem que uma estranha criatura tem atacado o vilarejo, e o único que pode vê-la é justamente Vincent, que se une a eles na caça ao monstro. O episódio inteiro foi muito divertido, mas não é por isso que o adorei. O ponto alto do episódio, e que para mim provavelmente será um dos pontos altos em toda a série, foi nos minutos finais, quando o Doctor e Amy trazem o pintor para o presente, para que ele pudesse ver o impacto de sua arte no mundo moderno. Desacreditado no passado, Vincent fica emocionado ao ver tantas pessoas admirando suas pinturas, e vai às lágrimas quando ouve o que o curador do museu tem a falar sobre ele. Difícil não se emocionar junto…

doctor-who-christmas-carol-04A Christmas Carol (S05E14). Viajando em sua lua de mel, Amy e Rory correm um grande risco quando a nave em que estão viajando passa por uma turbulência e é atraída para uma estranha tempestade que envolve todo um planeta. Com mais de quatro mil pessoas a bordo da nave, e os comandos não respondendo, os ocupantes da nave precisam desesperadamente descobrir uma forma de pousar a nave em segurança. Amy chama o Doctor, que chega ao planeta e acaba parando na casa de Kazran Sardick, o homem mais poderoso daquele planeta, e que possui a máquina que pode controlar as nuvens que estão impedindo o bom funcionamento da nave. Mas Kazran é um homem implacável, que não liga para as vidas que irão se perder se a nave não conseguir pousar, e acha que o planeta já está cheio demais, negando-se a utilizar sua máquina para salvar aquelas pessoas. E, sendo o único que pode controlar o maquinário, parece ter condenados todos os passageiros e tripulantes da nave. Não satisfeito em desistir, o Doctor resolve incorporar o fantasma do Natal Passado, usando a TARDIS para voltar à infância de Kazran e mudar sua história, tentando transformá-lo em um homem menos amargo. Mas será que mexer no passado será o bastante para alterar o presente? Até onde pode-se reescrever a vida de uma pessoa? Eu amo a história de “A Christmas Carol”, sempre assisto aos desenhos, independente da adaptação. É uma história bonita, singela e que aquece o coração. Qual não foi minha surpresa ao ver a história presente no universo de Doctor Who. Ao invés de fantasmas, um viajante do tempo e espaço, que decide corrigir os “erros” do passado de Kazran. O episódio inteiro foi muito perfeito, não queria que acabasse nunca, e, apesar de estar aflita com os acontecimentos do presente, fui conquistada pelas transformações do passado, e pelas reações de Kazran no presente, ao ver suas lembranças mudando. Assim como em “Vincent and The Doctor”, as emoções afloraram e, dessa vez, não pude evitar chorar. O fim foi fantástico e me apaixonei pela canção da Abigail.

weeping-angelBlink (S03E10). Ao visitar uma casa abandonada, Sally Sparrow descobre uma mensagem para ela, escondida por baixo do papel de parede e assinada como “The Doctor (1969)”. Ela não consegue entender como alguém poderia ter deixado uma mensagem para ela ali, ou o que aquilo significaria. Retornando com sua amiga em outro dia, as coisas ficam ainda mais estranhas quando a campainha toca, e Sally encontra um homem que diz precisar entregar uma mensagem para ela, uma mensagem de sua amiga, que estava a seu lado pouco tempo antes, mas que o homem alega ser sua avó. Ao ler a carta, Sally percebe que realmente se trata de Kathy, mas não entende o que está acontecendo. Uma série de Easter Eggs em 17 DVDs deixam as coisas ainda mais estranhas, quando o Doctor retorna, e parece se comunicar com Sally através da gravação. Tudo parece girar em torno das estranhas estátuas de anjos presentes na casa, que guardam um grande mistério. AI. MEU. DEUS. O que foi esse episódio?! Sério, socorro, aaaaah! Esse foi o único episódio que eu “conheci” previamente. Enquanto conversava com uma prima sobre uma passagem de “O Jogo Infinito”, ela mencionou que provavelmente era baseado nos Weeping Angels de Doctor Who, explicando que eram criaturas que apenas se moviam quando você não estava olhando para elas. Nisso, ao ler a sinopse do episódio no Orangotag, percebi que era justamente esse episódio. E meu Deus, que episódio incrível! Fiquei sentada na ponta da cadeira o episódio inteira, angustiada e nervosa, cada vez que um anjo aparecia em outro lugar ou estava em uma posição diferente. Fiquei apreensiva e quase tive mini paradas cardíacas mais de uma vez. Vamos concordar, nunca mais verei estátuas do mesmo jeito. E, se eu posso dar um conselho a você:

AngelNão pisque. O que quer que você faça, não feche os olhos…

XOXO,

Me.

Desafio Jane Austen

Olá, pessoas da Terra!

003Às vezes eu me pergunto: por que eu faço isso? Por que continuo entrando em desafios, se sei que não vou cumprir? Bom, porque é divertido e eu não tenho mais o que fazer da vida (mentira). Estava passeando por esse lindo país que chamamos de Blogsfera quando me deparei com o Desafio Jane Austen, no blog Livreando, e soube que era o desafio certo para mim. Veja bem, não sou a sócia número 1 do Fã Clube da Jane Austen, nem tenho (ou mesmo li) todas as suas obras, mas sou uma amante inveterada de “Orgulho e Preconceito” desde que me deparei com o filme (o de 2005, com a Kiera Knightley). De lá para cá, dei um jeito de comprar e ler o livro, e também li “Razão e Sensibilidade”, além de ter assistido ao filme inúmeras vezes. Me apaixonei pela Jane Austen nessa mesma época e decidi ler todos os seus livros, mas sempre ficava adiando e adiando, infinitamente. Por essas e outras, não pensei duas vezes antes de participar do Desafio.

O Desafio Jane Austen foi criado pela Petra Henning, do blog Na Próxima Página, e envolve não apenas os livros da autora, mas também filmes e séries que foram baseados em suas obras. Citando a Petra, “A lista possui os 6 romances principais da Jane Austen e suas respectivas adaptações para o cinema (existem várias, mas eu escolhi para este desafio somente as mais recentes), e também 3 series da BBC. Além disso, escolhi outros livros, filmes e series que têm como inspiração a vida da escritora e sua obra”. Para participar do Desafio é só acessar o blog da Petra (o link do começo do parágrafo já redireciona para o post do desafio) e ver as informações por lá.

Vamos, então, aos livros, filmes e séries presentes no desafio, com seus respectivos links para página no Skoob, Filmow e Banco de Séries (nessa ordem).

Livros escritos pela Jane Austen + series e filmes que tiverem os mesmos como base

Orgulho e Preconceito  | Filme de 2005 | Serie de 1995
Razão e Sensibilidade | Filme de 1995 | Serie de 2008
Emma | Filme de 1996 | Serie de 2009
Mansfield Park | Filme de 2007
Persuasão | Filme de 2007
A Abadia de Northanger | Filme de 2007

Livros, filmes e series que tiveram como inspiração a vida e obra de Austen

O Diário de Bridget Jones | Filme de 2001 

Bridget Jones: No limite da Razão | Filme de 2004
Bridget Jones: Louca pelo Garoto
O Clube de Leitura de Jane Austen | Filme de 2007
Austenlândia | Filme de 2013
Eu fui a melhor amiga de Jane Austen
Jane Austen: Uma vida revelada
As memórias perdidas de Jane Austen
Filme Amor e Inocência
Filme Miss Austen Regrets
Filme As patricinhas de Beverly Hills (nunca imaginaria que esse filme tinha sido inspirado na vida ou obra da Jane Austen!)
Serie Lost in Austen
WebSerie The Lizzie Bennet Diaries
WebSerie Emma Approved

****

Assim como a Petra, resolvi levar o Desafio sem prazos ou metas, porque descobri que isso não funciona comigo (olá, Desafio Who!). Colocar prazos só faz com que eu encare o assunto como uma obrigação, o que tira toda minha vontade de continuar. Então farei no meu próprio ritmo, sem me cobrar demais, mas ao mesmo tempo sem deixar de lado, usando o Desafio como um guia para o que irei ler e/ou assistir. Sempre que tiver uma atualização, farei um post aqui no blog, usando a tag “Desafio Jane Austen“. Acredito que os updates de filmes serão mais constantes que os de livros, mas é a vida, hehe. E usarei esse post inicial como um check-list, ticando tudo o que eu completar. E é isso aí, espero que esse desafio saia melhor que o Who! 😀

XOXO,

Me.


Updates:

08/09/2014 – Ticado:

– Orgulho e Preconceito (livro)
– Orgulho e Preconceito (filme 2005)
– Razão e Sensibilidade (livro)
– O Diário de Bridget Jones (filme 2001)
– As Patricinhas de Beverly Hills (filme 1995)

Desafio Who #5: Só para não dizer que desisti…


Eu poderia muito bem me perguntar “por que eu ainda tento?”, mas resolvi não questionar. Não ainda. Eu sei que estou MUITO fora do cronograma, é que não há jeito nessa vida de conseguir terminar o desafio em tempo (mesmo porque faz pelo menos um mês que não assisto novos episódios), mas ainda não estou pronta para jogar a toalha. Não assisti quase nada desde o último post do desafio, então essa entrada será a mais curta de todas. Só consegui cobrir o arco “The Web Planet” e os dois primeiros episódios do arco “The Crusade”. É, quase nada, hehe.

Em “The Web Planet”, o Doctor e seus companions se veem presos em um estranho e desolado planeta, quando a TARDIS é capturada por uma força invisível, saindo de sua rota inicial. Ninguém sabe ao certo como foram parar ali, muito menos o Doctor, e, como sempre, eles resolvem sair para investigar. A partir daí eles conhecerão os estranhos moradores daquele planeta, seu sofrimento e os planos para retomar o controle do que um dia foi deles. E, preciso confessar, até que gostei do arco! Os habitantes do planeta são estranhos insetos gigantes, com destaque para os Zarbi, que são adoráveis abelhas (?). A história até que fluiu bem e gostei bastante do desfecho, foi um dos arcos que realmente conseguiu me empolgar e me deixar curiosa.
Infelizmente isso tudo passou no começo do arco seguinte, todo meu desânimo voltou a pesar e eu mal conseguia avançar. “The Crusades” é mais um arco histórico, o que novamente me leva ao problema de adorar um arco histórico e não gostar do seguinte, não sei qual meu problema. Para ajudar, um dos episódios faz parte dos Episódios Perdidos, então assisti através da reconstituição. Posso ter adorado isso no começo, mas agora começou a me cansar. Descobri que é bem mais difícil assistir uma reconstituição, fico bem mais distraída e tentada a observar uma mosca voando do que prestar atenção na tela. É uma pena, mas realmente acho que meus dias de Desafio Who estão contados. Talvez eu resolva agir como uma pessoa normal e começar apenas pela temporada de 2005. Mas por enquanto, como disse no começo, não estou pronta para desistir. Só espero conseguir animar e continuar um pouco mais antes de pedir penico =P

Desafio Who – Controle
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Episódios restantes: 757
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Desafio Who #4: Força na Peruca


E continuo com o Desafio Who, apesar de continuar super atrasada com ele e nunca conseguir bater a meta semanal. Semana passada teve jogo do Brasil na sexta, o que me fez sair mais cedo do trabalho, mas nem assim consegui colocar a cota semanal em dia. Meu maior problema é: não assisto no dia a dia, deixo tudo para assistir em um ou dois dias, aí canso e me saboto, vou fazer outra coisa. Não sei, ainda não consigo fazer uma maratona efetiva da série, poucos episódios e eu já fico entediada. Não porque não goste, acho só que falta aquele ritmo mais acelerado que estamos acostumados. Mas, ainda assim, conseguiu cobrir mais três arcos da segunda temporada: “The Dalek Invasion of Earth”, “The Rescue” e “The Romans”. E disse meu primeiro adeus, já que a primeira companion do Doctor já ficou para trás.

O primeiro arco da temporada (que não falei tanto no outro post) serviu para mais uma vez nos mostrar os efeitos visuais fantabulosos, o must televisivo de 1964, ao apresentar os quatro viajantes da TARDIS como miniaturas em nosso universo, após uma falha na materialização. Os viajantes do tempo se encontraram em uma terra de gigantes, que, na verdade, era a Terra em tamanho normal, mas foi fantástico ver como “aumentaram” tudo ao seu redor para dar esse efeito deles em miniatura. Em um momento a Susan e o Ian encontram diversos objetos “gigantes”, e me senti assistindo FormiguinhaZ, foi fantástico ♥. Também teve uma reaparição dos Daleks, quando eles invadiram e tentaram conquistar a Terra (pelo que o Doctor falou, milhares de anos antes do encontro que eles tiveram com os robôzinhos rabugentos na primeira temporada), gerando uma das coisas mais engraçadas ever: os robomen, humanos que foram “robotizados” pelos Daleks e servem como seus escravos. Seria demais pedir um roboman para limpar meu quarto? E nesse arco também tivemos nossa primeira despedida, aaawn. Susan Foreman, a neta do Doctor e sua primeira companion, ficou na Terra com David, para ajudar na reconstrução do planeta. Confesso que pulei na cadeira como uma boba quando ela e o David se beijaram, estava torcendo para algo acontecer, mas achava que os produtores a considerariam “criança” demais (sempre a tratavam como uma garotinha de dez anos). Felizmente não foi assim, Susan virou uma mocinha seduzente e já me deu o gostinho de como é nos despedir de personagens em Doctor Who. Uma coisa é fato: a série ficará bem mais silenciosa sem a ‘gritadora’ oficial.
Mal nos despedimos da Susan e somos apresentados à nova companion: Vicki, uma sobrevivente de um acidente com uma nave terráquea, encontrada no planeta Dido. O arco foi bem curtinho, mas eu até que gostei. Novamente, os efeitos visuais (como o monstro do tão, tão profundo abismo de três metros) são fantásticos, é o que anda me conquistando na série. Um pequeno mistério é apresentado, mais para que conheçamos a nova companion e como ela foi parar com o pessoal na TARDIS. E logo em seguida nos encontramos na Roma Antiga, para um dos meus arcos preferidos. Gente, como amei “The Romans”! As piadinhas, reviravoltas, desencontros e referências a questões paralelas me divertiram do começo ao fim. Rolei de rir com o Nero piradão e com a parcela de “culpa” do Doctor no incêndio de Roma. Esse arco serviu para aumentar o placar positivo dos arcos históricos, espero que continue assim.

E agora é tomar vergonha na cara e acompanhar a série diariamente, para não sobrecarregar tanto e conseguir cumprir a meta. Fingers crossed :3

Desafio Who – Controle
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Desafio Who #3: Atrasada pra caramba

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Me desafiei a assistir toda a série Doctor Who até o fim do ano, mas não estava contando com o elemento surpresa: trabalho. As coisas ficaram mais que corridas de uma hora para a outra e acabei ficando sem tempo algum para fazer qualquer coisa, nisso estou completamente atrasada no meu projeto. Cobri muito pouco da série nessas três semanas e estou contando com minhas férias para conseguir dar um gás e recuperar o tempo perdido (só falta a empresa me dar férias agora).
Mas ainda assim consegui assistir alguns episódios e terminei a primeira temporada, YAAAAAY! Os arcos “The Keys of Marinus”, “The Aztecs”, “The Sensorites” e “The Reign of Terror” já passaram, e consegui terminar o primeiro arco da segunda temporada, “Planet of Giants”. Tem sido cada vez mais e mais evidente a mudança do Doctor, que está cada vez mais agradável e menos irritante. Ele continua com seu jeito prepotente e um pouco arrogante, mas nada parecido com o começo da temporada, em que ele era o personagem que eu menos gostava.

sensoriteDe longe meu arco preferido foi “The Sensorites” – não só pela história, mas pelas estranhas criaturas que me conquistaram totalmente. Aqueles etzinhos gentis e muitas vezes medrosos foram o ponto alto de toda a temporada para mim, e só me resta dizer que quero adotar um sensorite <3. Mas não foi só as fantasias de pijama e máscaras de carnaval que fizeram com que eu amasse o arco, toda a história e a trama foi muito bem bolada, acho que foi o melhor arco em toda a temporada em termos de história, da construção dos episódios, tudo. Sem contar que havíamos acabado de sair do arco “The Aztecs”, que eu assisti me arrastando, então foi uma boa mudança. Alguns pontos desse arco histórico foram legais, mas, no geral, acabei achando um pouco arrastado e chatinho. Não aguentava mais o drama do Tlotoxl e aquela tramoia eterna para desmascarar a Barbara, só queria que eles voltassem logo à TARDIS para a próxima aventura. E fico cada vez mais confusa com os arcos históricos: “Marco Polo” e “The Reign of Terror” foram bem interessantes, mas os outros não me agradaram muito. E isso porque amo história e pensei que fosse me apaixonar pelas passagens do Doctor ao nosso passado. Vai entender.
animationOutro ponto alto foram os dois episódios reconstituídos no arco “The Reign of Terror”. Assim como no arco “Marco Polo”, os episódios estão na lista dos episódios perdidos de Doctor Who, mas aqui, ao invés de imagens estáticas contando a história, os mesmos foram reconstruídos em animação. E, gente, como foi engraçado! Foi bem melhor assistir assim do que nas stills de “Marco Polo”, sem contar que foi divertidíssimo ver o Doctor, Susan, Barbara e Ian retratados naquela animação bizarra – muito bem feita, mas bizarra. Espero conseguir retomar o ritmo essa semana e avançar mais na série, para conseguir realizar o desafio. E é isso aí, boa sorte para mim :3

Desafio Who – Controle
Episódios assistidos nas últimas semanas: 25
Episódios restantes: 765
Dias restantes: 184
Média de episódios por semana para cumprir o desafio: 29
Média anterior: 26

Desafio Who #2: The Daleks e os episódios perdidos

The Daleks 8O progresso do Desafio Who dessa semana não foi tão bom quanto eu queria, já que não consegui assistir todos os dias, mas ainda assim foi um progresso.
Na semana passada, apesar de não ter reportado, eu já havia começado a série e assistido o primeiro arco, “An Unearthly Child”, quando o Doctor, Susan e Ian vão parar na pré-história. Nessa semana consegui cobrir mais três arcos: “The Daleks”, “The Edge Of Destruction” e “Marco Polo”. Ao todo foram 16 episódios, o que me deixa com mais 790 episódios pela frente.

DalekO arco dos Daleks já foi infinitamente melhor que o anterior e eu simplesmente adorei! A evolução do roteiro e da história foi bem legal de assistir e fiquei curiosa sobre a história do planeta morto. Também sei que os Daleks ainda farão importantes aparições no seriado, então foi interessante ver como tudo começou. Acho que esse arco ditou todo o ar desta primeira temporada para mim: como os personagens eram pensados e criados, como a tecnologia e ficção científica eram encaixadas em um seriado nos anos 60 e como tudo é tão diferente de agora. Os efeitos visuais e sonoros para dar vida aos vilões robóticos são tão diferentes do que temos agora que preciso confessar que foi um pouco cômico de assistir – no bom sentido. Tudo era tão mais simples e, ainda assim, provavelmente era o auge de sua época.

barbara and ganatusAs atuações também são bem diferentes, muito mais dramáticas, mas divertidíssimas. Apesar de torcer o tempo todo pelos Thals, preciso admitir que amei os Daleks. Morri de rir em algumas cenas, principalmente com esses robôzinhos psicóticos e mal humorados, e shippei loucamente a Barbara e o Ganatus. Sério, gente!, como shippei esses dois. No episódio final do arco, quando os dois foram se despedir, meu pobre coraçãozinho shippador se partiu – foi tão bonitinho!
O arco seguinte foi a coisa mais louca que eu já vi – “viagem de ácido nos anos 60” define a história. Honestamente, boiei a maior parte do tempo nesses dois episódios de “The Edge of Destruction” e não entendi quase nada do que estava acontecendo. Mesmo na parte da grande solução, quando a Barbara apresenta uma teoria e eles finalmente descobrem o que estava acontecendo, fiquei completamente perdida. Mas, hey!, é a vida. Vez ou outra você fica boiando mesmo 😛
marco-poloO último arco que assisti foi “Marco Polo”, e no começo pensei que tivesse algo de errado com o arquivo que eu baixei. Ao invés do episódio normal, só apareciam stills e o áudio de fundo. No mesmo instante fui para outro site em que tinha encontrado os episódios, decidida a assistir online, apenas para me deparar com o mesmo problema. Procurei em outros sites e todos estavam iguais – foi então que, através dos comentários em um desses sites, descobri sobre os episódios perdidos de Doctor Who. Nas décadas de 60 e 70, para liberar espaço de armazenamento, a BBC destruiu muitos arquivos de programas, um desses sendo Doctor Who. Alguns episódios foram recuperados por outros meios e outros reconstituídos, mas ainda assim nem todos foram restaurados. Por isso todo o arco “Marco Polo” está desta maneira, apenas o áudio e stills, o que é uma pena, pois o arco realmente parece ter sido fantástico – além de ter sido a primeira aparição de um personagem histórico real. Assistir dessa maneira acabou me desanimando um pouco e acabei me distraindo inúmeras vezes, o que ajudou no meu atraso. Mas espero recuperar o tempo perdido nesse semana :3

Desafio Who – Controle
Episódios assistidos na semana: 16
Episódios restantes: 790
Dias restantes: 207
Média de episódios por semana para cumprir o desafio: 26
Média anterior: —

Desafio Who

desafio who
Quem me conhece sabe que eu tenho problemas – sérios problemas. Partindo dessa premissa, resolvi que quero assistir Doctor Who desde o começo. Mas não como uma pessoa normal, que assiste Doctor Who desde o recomeço em 2005, mas desde o começo começo, 1963. Só tenho uma explicação plausível para isso: eu não tenho amor à vida.

Com 26 temporadas ao longo de 26 anos, a série “original” tem um total de 695 episódios – a primeira temporada teve 42 episódios! Desde que a série recomeçou, em 2005, já foram lançados mais 111 episódios ao longo de 7 temporadas. Isso me dá um total de 806 episódios, que pretendo assistir antes do fim do ano. Ah, sim, ainda tem esse detalhe: não bastando resolver acabar com minha vida desse jeito, resolvi transformar em um desafio pessoal. Então me desafiei a assistir todos os episódios em 2014, o que me deixe com seis meses para assistir 806 episódios da série (isso sem contar os episódios da oitava temporada, que também quero estar em dia antes do fim do ano), além de continuar resolvendo as outras coisas que tenho que fazer. Por que fiz isso? Não tenho ideia, lol.

Um amigo meu (ooi, Vi! <3) me mandou um site que aparentemente tem todos os episódios, e os que não encontrar por lá, vou caçar. Como eu sei que vou desanimar se não tiver nenhum controle, resolvi compartilhar meu progresso aqui pelo blog, em um post semanal de “Desafio Who”

Mas Liah, o blog se chama “Confissões de um Leitor“, o que uma série de TV tem a ver com isso? Nada. Mas nenhum leitor é só leitor, todo mundo é algo mais. E eu, no caso, sou viciada em séries também. Então, mesmo que inicialmente não seja exatamente a proposta do blog, vou encaixar aqui também.

Minha ideia inicial é comentar toda segunda-feira um pouco sobre os episódios que assisti, qual foi o meu progresso naquela semana e meu episódio preferido. Mas talvez com o tempo isso vá mudando, depende das ideias que eu tiver.

Bom, por enquanto é isso.

XOXO, me.