Li até a página 100 e… #4 – Correr ou Morrer [James Dashner]

Bom dia, pessoas!

A TAG/coluna/meme “Lei até a página 100 e…” foi criada pela Cibele, do blog Eu leio, eu conto, e lá no blog dela vocês encontram informações sobre como participar também. Combinei com um amigo que leria Maze Runner junto com ele, e nós dois queríamos ler pelo menos o primeiro livro antes do filme sair no cinema, então deixei “As Peças Infernais” de lado por um momento e comecei a desvendar os mistérios do Labirinto.

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E o livro desse quarto post é “Correr ou Morrer”, do James Dashner, o primeiro livro da série Maze Runner (e que chega aos cinemas agora em setembro, yaay!).

Primeira frase da página 100:

“E temendo que eles fossem conversar em particular.”

Do que se trata o livro:

O livro conta a história de um grupo de adolescentes que estão confinados em um espaço que chamam de “Clareira”, e que se organizaram em uma espécie de sociedade para conseguirem sobreviver no dia a dia. A história começa quando Thomas chega à Clareira, em uma estranha caixa de metal (como um elevador) que fica no meio da Clareira, confuso e sem memórias. Ele sabe o nome das coisas, como funcionam e para que servem, todo o seu conhecimento de mundo permanece intacto, mas ele não tem nenhuma lembrança do seu passado, quem são seus pais, como foi sua infância, como foi parar na Clareira ou onde estava antes disso. A única coisa que lembra é seu nome, nem seu sobrenome ou idade lhe pertencem mais. Essa Clareira é cercada por um Labirinto, e diariamente os Corredores o percorrem, tentando encontrar uma saída daquele lugar. Toda noite, os muros de pedra se fecham e selam os Clareanos dentro dos seus limites, isolando-os do que está do lado de fora, e voltam abrir pela manhã. A vida é sempre a mesma, e a ordem é sempre mantida. Uma vez por mês, um Calouro chega. A Caixa também disponibiliza suprimentos e alimentos. Eles cuidam de tudo o que precisam dentro da Clareira, e se organizam da melhor forma possível. Mas ainda existem perigos que eles precisam evitar, como os estranhos Verdugos, criaturas que vivem do lado de fora da Clareira, no Labirinto.

O que está achando até agora?

Hm, não sei ao certo. Sei, pelo que me falaram, que a história vai ficar muito boa. Mas nesse começo o leitor ainda fica muito perdido, sem saber ao certo o que está acontecendo, e acho que estamos exatamente como Thomas. Algumas vezes me irrito com a falta de respostas ou fico querendo entender os motivos e a organização dos Clareanos, mas percebi que é justamente o mesmo que ocorre com o protagonista, então acho que o autor cumpriu bem o seu papel até então. Estou muito curiosa para ver onde isso vai me levar.

O que está achando da personagem principal?

Há pouco tempo li outro livro do James Dashner, “O Jogo Infinito”, e confesso que gostei um pouco mais do Michael. Não sei, não que eu não esteja gostando do Thomas, mas o Michael era bem mais divertido “interessante”. Mas o Thomas é interessante, talvez um pouco irritante agora no começo, mas me parece ser mais pelo desejo de respostas do que outra coisa.

Melhor quote até agora:

Como já disse, sou péssima com quotes. Simplesmente não presto atenção nisso (risos). Peguei o livro para folhear e acabei escolhendo uma das últimas passagens da página 100 mesmo:

Odiar você? Garoto, você não aprendeu nada desde que apareceu naquela Caixa. Isso não tem nada a ver com odiar, gostar, amar ou ter amizade ou algo parecido. Só o que nos interessa é sobreviver.”

Vai continuar lendo:

Vou, quero saber logo qual é a do Thomas, do Labirinto e dos Verdugos :3

Última frase da página:

“Deixe de frescura e comece a usar esse cérebro de mértila se tiver algum.”

Tenho que começar a prestar atenção em frases que possam dar quotes legais, quem sabe no próximo livro. E algum Clareano por aqui? 😀

XOXO,

Me

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2 comentários sobre “Li até a página 100 e… #4 – Correr ou Morrer [James Dashner]

  1. monalisamarques disse:

    Caramba, eu me interessei muito pelo livro! Principalmente pelo que você disse, que se sente perdida no início, assim como o personagem. Eu adoro quando o escritor usa recursos como esses, para nos fazer sentir como se estivéssemos no lugar do personagem.
    Tem um livro que me causou isso, mas de forma bem diferente: “Kafka à beira-mar”, do Haruki Murakami. Leia!
    Um beijinho,
    Mona
    http://www.literasutra.com

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